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Tribunal del Amor

Manduri e Fernandinho

Tribunal do Amor

Sei que sou um preso
Preso em liberdade
Confesso, não sou covarde
Sempre fiz meu papel de homem

Não matei e nem roubei
Só sei que sou condenado
Eu pretendo ser julgado
Pelo tribunal do amor

Sou eu
Sou eu que vivo sofrendo
De paixão estou quase morrendo
Quem viveu comigo não me deu valor

Sou eu
Sou eu que vivo sofrendo
De despeito estou quase morrendo
Por eu ser um condenado do amor

Sei que sou um preso
Preso em liberdade
Confesso, não sou covarde
Sempre fiz meu papel de homem

Não matei e nem roubei
Só sei que sou condenado
Eu pretendo ser julgado
Pelo tribunal do amor

Sou eu
Sou eu que vivo sofrendo
De paixão estou quase morrendo
Quem viveu comigo não me deu valor

Sou eu
Sou eu que vivo sofrendo
De despeito estou quase morrendo
Por eu ser um condenado do amor

Tribunal del Amor

Sé que soy un prisionero
Prisionero en libertad
Confieso, no soy cobarde
Siempre cumplí mi papel de hombre

No maté ni robé
Solo sé que estoy condenado
Pretendo ser juzgado
Por el tribunal del amor

Soy yo
Soy yo quien vive sufriendo
De amor casi estoy muriendo
Quien estuvo conmigo no me valoró

Soy yo
Soy yo quien vive sufriendo
De despecho casi estoy muriendo
Por ser un condenado del amor

Sé que soy un prisionero
Prisionero en libertad
Confieso, no soy cobarde
Siempre cumplí mi papel de hombre

No maté ni robé
Solo sé que estoy condenado
Pretendo ser juzgado
Por el tribunal del amor

Soy yo
Soy yo quien vive sufriendo
De amor casi estoy muriendo
Quien estuvo conmigo no me valoró

Soy yo
Soy yo quien vive sufriendo
De despecho casi estoy muriendo
Por ser un condenado del amor

Escrita por: José Rico