Teu Colibri
Eu sou teu, indivisivelmente teu
Não sei porque razão me tens assim
Eu sou teu, enlouquecidamente teu
Porque nasci com tuas mãos sobre mim
Negar que me possuis é como olhar pro sol
E duvidar da luz
É não acreditar no mágico prazer
Dos nossos corpos nus
É questão de destino
São razões de um menino fiel
Que foi feito do meu coração
Teu colibri, cativo
Sem teu doce eu não vivo
Porque se tu me soltas
Não beijo outra flor
Morro de fome e de amor
Teu colibri, cativo
Sem teu doce eu não vivo
Porque se tu me soltas
Não beijo outra flor
Morro de fome e de amor
Eu sou teu, indivisivelmente teu
Não sei porque razão me tens assim
Eu sou teu, enlouquecidamente teu
Porque nasci com tuas mãos sobre mim
Negar que me possuis é como olhar pro sol
E duvidar da luz
É não acreditar no mágico prazer
Dos nossos corpos nus
É questão de destino
São razões de um menino fiel
Que foi feito do meu coração
Teu colibri, cativo
Sem teu doce eu não vivo
Porque se tu me soltas
Não beijo outra flor
Morro de fome e de amor
Teu colibri, cativo
Sem teu doce eu não vivo
Porque se tu me soltas
Não beijo outra flor
Morro de fome e de amor
Tu Colibrí
Yo soy tuyo, indivisiblemente tuyo
No sé por qué razón me tienes así
Yo soy tuyo, enloquecidamente tuyo
Porque nací con tus manos sobre mí
Negar que me posees es como mirar al sol
Y dudar de la luz
Es no creer en el mágico placer
De nuestros cuerpos desnudos
Es cuestión de destino
Son razones de un niño fiel
Que fue hecho de mi corazón
Tu colibrí, cautivo
Sin tu dulzura no vivo
Porque si me sueltas
No beso otra flor
Muero de hambre y de amor
Tu colibrí, cautivo
Sin tu dulzura no vivo
Porque si me sueltas
No beso otra flor
Muero de hambre y de amor
Yo soy tuyo, indivisiblemente tuyo
No sé por qué razón me tienes así
Yo soy tuyo, enloquecidamente tuyo
Porque nací con tus manos sobre mí
Negar que me posees es como mirar al sol
Y dudar de la luz
Es no creer en el mágico placer
De nuestros cuerpos desnudos
Es cuestión de destino
Son razones de un niño fiel
Que fue hecho de mi corazón
Tu colibrí, cautivo
Sin tu dulzura no vivo
Porque si me sueltas
No beso otra flor
Muero de hambre y de amor
Tu colibrí, cautivo
Sin tu dulzura no vivo
Porque si me sueltas
No beso otra flor
Muero de hambre y de amor