Moça da Capital (part. Santiago Lima)
Moça da capital, dos olhos cor do mar
Meu coração é bruto, sou só um matuto que nem sei falar
Moça foi sem querer, que eu olhei pra você
Aí esse coração xucro começou viver
Moça da capital, que cheira flor de alecrim
Você me balançou demais, fez com o vento faz na folha do capim
Desculpe esse meu jeitão, de gente do sertão
É que tem um trem diferente no meu coração
Agora eu toco viola ao anoitecer
E sem querer me pego pensando em você
Moça esses olhos mansos, combinam com meu rancho
E esse sorriso lindo me fez renascer
Moça o meu coração tá descabriado
Parou no seu olhar, ficou feito um bicho empacado
Desculpa meu palavreado caipira e cafona
Moça, um bicho do mato também se apaixona
Chica de la Capital (part. Santiago Lima)
Chica de la capital, con ojos color del mar
Mi corazón es rudo, soy solo un campesino que ni sabe hablar
Chica fue sin querer, que te miré
Ahí este corazón tosco empezó a latir
Chica de la capital, que huele a flor de romero
Me hiciste temblar demasiado, como el viento hace en la hoja del pasto
Disculpa esta mi forma de ser, de gente del campo
Es que hay algo distinto en mi corazón
Ahora toco la guitarra al anochecer
Y sin querer me encuentro pensando en ti
Chica, esos ojos mansos, combinan con mi rancho
Y esa sonrisa hermosa me hizo renacer
Chica, mi corazón está descontrolado
Se detuvo en tu mirada, quedó como un animal paralizado
Disculpa mi lenguaje campesino y cursi
Chica, un animal del monte también se enamora