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Que Ninguém

Manuel Carrasco

Que Nadie

Empezaron los problemas
Se enganchó a la pena
Se aferró a la soledad
Ya no mira las estrellas
Mira sus ojeras
Cansadas de pelear

Olvidándose de todo
Busca, de algún modo
Encontrar su libertad
El cerrojo que le aprieta
Le pone cadenas
Y nunca descansa en paz

Y tu dignidad
Se ha quedado esperando a que vuelvas

Que nadie calle tu verdad
Que nadie te ahogue el corazón
Que nadie te haga más llorar
Hundiéndote en silencio
Que nadie te obligue a morir
Cortando tus alas al volar
Que vuelvan tus ganas de vivir

En el túnel del espanto
Todo se hace largo
¿Cuándo se iluminará?
Amarrado a su destino
Va sin ser testigo
De su lento caminar

Tienen hambre sus latidos
Pero son sumisos
Y suenan a su compás
La alegría traicionera
Le cierra la puerta
No se sienta en su sofá

Y tu dignidad
Se ha quedado esperando a que vuelva

Que nadie calle tu verdad
Que nadie te ahogue el corazón
Que nadie te haga más llorar
Mintiéndote en silencio
Que nadie te obligue a morir
Cortando tus alas al volar
Que vuelvan tus ganas de vivir

Que nadie calle tu verdad
Que nadie te ahogue el corazón
Que nadie te haga más llorar
Hundiéndote en silencio
Que nadie te obligue a morir
Cortando tus alas al volar
Que vuelvan tus ganas de vivir

Que Ninguém

Os problemas começaram
Se prendeu à tristeza
Se ancorou à solidão
Não olha mais as estrelas
Veja suas olheiras
Cansadas de lutar

Se esquecendo de tudo
Busca, de alguma maneira
Encontrar sua liberdade
O parafuso que aperta
Põe correntes
E nunca descansa em paz

E sua dignidade
Fica esperando que você volte

Que ninguém cale sua verdade
Que ninguém afogue seu coração
Que ninguém te faça chorar mais
Te afundando em silêncio
Que ninguém te obrigue a morrer
Cortando suas asas ao voar
Que sua vontade de viver volte

No túnel do espanto
Tudo fica longo
Quando se iluminará?
Amarrado ao seu destino
Vai sem ser testemunha
Do seu caminhar lento

Seus batimentos cardíacos estão famintos
Mas eles são submissos
E soam conforme seu ritmo
A alegria traiçoeira
Fecha a porta na cara dela
Não se senta em seu sofá

E sua dignidade
Fica esperando que você volte

Que ninguém cale sua verdade
Que ninguém afogue seu coração
Que ninguém te faça chorar mais
Te afundando em silêncio
Que ninguém te obrigue a morrer
Cortando suas asas ao voar
Que sua vontade de viver volte

Que ninguém cale sua verdade
Que ninguém afogue seu coração
Que ninguém te faça chorar mais
Te afundando em silêncio
Que ninguém te obrigue a morrer
Cortando suas asas ao voar
Que sua vontade de viver volte

Escrita por: Manuel Carrasco