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28

Marc Oz

28

Dias sombrios, nos quais passei frio
Eu era cego, surdo e mudo
Um tanto quanto vazio
Sem sentido algum
Instinto coagido
Sem ar, garganta seca
Eu era um labirinto
E assim foi que eu te vi
Exausto, sem memória, uns trocados
Fim da história, não
Sorte, a minha, a ver passar
E guardar, feito perfume, o seu cheiro
Seus fios de cabelo, vermelhos, no meu travesseiro
Amor

28 e o seu gosto
Eu fui feliz, você me faz feliz, eu sou feliz assim
Você me tem

Clara
Tão dispersa
Me devora, me desperta
Me namora, indiscreta
Me decora, me afeta

Dias sombrios, nos quais passei frio
Eu era cego, surdo e mudo
Um tanto quanto vazio
Sem sentido algum
Instinto coagido
Sem ar, garganta seca
Eu era um labirinto
E assim foi que eu te vi
Exausto, sem memória, uns trocados
Fim da história, não
Sorte, a minha, a ver passar
E guardar, feito perfume, o seu cheiro
Seus fios de cabelo, vermelhos, no meu travesseiro
Amor

28

Días sombríos, en los que pasé frío
Era ciego, sordo y mudo
Un tanto vacío
Sin sentido alguno
Instinto coaccionado
Sin aire, garganta seca
Era un laberinto
Y así fue como te vi
Agotado, sin memoria, unos cuantos billetes
Fin de la historia, no
Suerte la mía al verte pasar
Y guardar, como perfume, tu olor
Tus hebras de cabello rojo en mi almohada
Amor

28 y su sabor
Fui feliz, me haces feliz, soy feliz así
Me tienes

Clara
Tan dispersa
Me devora, me despierta
Me enamora, indiscreta
Me adorna, me afecta

Días sombríos, en los que pasé frío
Era ciego, sordo y mudo
Un tanto vacío
Sin sentido alguno
Instinto coaccionado
Sin aire, garganta seca
Era un laberinto
Y así fue como te vi
Agotado, sin memoria, unos cuantos billetes
Fin de la historia, no
Suerte la mía al verte pasar
Y guardar, como perfume, tu olor
Tus hebras de cabello rojo en mi almohada
Amor

Escrita por: Arthur Cesar / Marcos Vinícius / Vicente Junior