Vaneira Tranco
Toda vanera tem que ter uma cordeona
Bem socadona para o baile se arrumar
Desde piazito sei de manhas e segredos
Que só nas bailantas de vereda eu vou mostrar
Um dançador corre léguas o salão todo
E o povo loco para só pra me enxergar
Abram a sala hoje ninguém me segura
A levada é essa pra bota véia rachar (2X)
De-lhe vanera afrouxando pros dois lados
De-lhe cordeona pra bailar de pé trocado
Esse balanço que levanta a polvadeira
É limpa banco o trancão dessa vaneira
Numa bailanta pra dançar não sou rogado
Pego uma china das mais lindas pra bailar
Gaiteiro véio me debuia uma vanera
Bem trancadona faz essa gaita roncar
Vou desfilando arrodeando pros dois lados
E o povo loco para só pra me enxergar
Abram a sala hoje ninguém me segura
A levada é essa pra bota véia rachar (2X)
De-lhe vanera afrouxando pros dois lados
De-lhe cordeona pra bailar de pé trocado
Esse balanço que levanta a polvadeira
É limpa banco o trancão dessa vaneira
Vaneira Tranco
Toda vaneira tiene que tener un acordeón
Bien apretado para el baile arreglarse
Desde chiquillo sé de mañas y secretos
Que solo en las fiestas de vereda voy a mostrar
Un bailarín recorre leguas todo el salón
Y la gente loca solo para verme
Abran la sala hoy nadie me detiene
El ritmo es este para que la bota vieja se rompa (2X)
Dale vaneira aflojando para ambos lados
Dale acordeón para bailar de pie cambiado
Este balance que levanta el polvo
Es limpiabanco el tranco de esta vaneira
En una fiesta para bailar no me achico
Agarro a una china de las más lindas para bailar
El gaitero viejo me toca una vaneira
Bien apretada hace que esa gaita suene
Voy desfilando rodeando para ambos lados
Y la gente loca solo para verme
Abran la sala hoy nadie me detiene
El ritmo es este para que la bota vieja se rompa (2X)
Dale vaneira aflojando para ambos lados
Dale acordeón para bailar de pie cambiado
Este balance que levanta el polvo
Es limpiabanco el tranco de esta vaneira
Escrita por: Abel Britto / Itamar Gomes