Ciranda
Meu jeito de te cativar
Te causa tanta irritação
As suas peças vou juntar
Antes que prevaleça o não
Sou obrigada a usar hipérbole pra te dizer
Oceano é grão de areia perto do que eu sinto por você
Sorrindo pela vizinhança
Preenchida por essa sua paz
A gente se porta igual criança
Brincando de gostar demais
É pique-esconde ou uma dança
Amarelinha, tanto faz
A gente se porta igual criança
Brincando de gostar demais
Por tanto tempo a gente foi segredo
E era apenas seu
São velhos filmes de terror
E novos medos
Cá estou eu
Sendo obrigada a usar hipérbole pra te explicar
Que nem mesmo um diluvio pode agora nos afastar
Sorrindo pela vizinhança
Preenchida por essa sua paz
A gente se porta igual criança
Brincando de gostar demais
É pique-esconde ou uma dança
Amarelinha, tanto faz
A gente se porta igual criança
Brincando de gostar demais
Sorrindo pela vizinhança
Preenchida por essa sua paz
A gente se porta igual criança
Brincando de gostar demais
É pique-esconde ou uma dança
Amarelinha, tanto faz
A gente se porta igual criança
Brincando de gostar demais
Ronda
Mi forma de cautivarte
Te causa tanta irritación
Tus piezas voy a juntar
Antes de que prevalezca el no
Me veo obligada a usar hipérbole para decirte
Que el océano es un grano de arena comparado con lo que siento por ti
Sonriendo por el vecindario
Lleno de tu paz
Nos comportamos como niños
Jugando a gustarnos demasiado
Escondidas o bailando
Rayuela, da igual
Nos comportamos como niños
Jugando a gustarnos demasiado
Durante tanto tiempo fuimos un secreto
Y solo era tuyo
Son viejas películas de terror
Y nuevos miedos
Aquí estoy yo
Obligada a usar hipérbole para explicarte
Que ni siquiera un diluvio puede separarnos ahora
Sonriendo por el vecindario
Lleno de tu paz
Nos comportamos como niños
Jugando a gustarnos demasiado
Escondidas o bailando
Rayuela, da igual
Nos comportamos como niños
Jugando a gustarnos demasiado
Sonriendo por el vecindario
Lleno de tu paz
Nos comportamos como niños
Jugando a gustarnos demasiado
Escondidas o bailando
Rayuela, da igual
Nos comportamos como niños
Jugando a gustarnos demasiado
Escrita por: Marcela Cardoso