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Luces de la ribalta

Marcelinho de Lima

Luzes da Ribalta

Vidas que se acabam a sorrir
Luzes que se apagam, nada mais
É sonhar em vão, tentar aos outros iludir
Se o que se foi pra nós
Não voltará jamais

Para que chorar o que passou
Lamentar perdidas ilusões?
Se o ideal que sempre nos acalentou
Renascerá em outros corações

Vidas que se acabam a sorrir
Luzes que se apagam, nada mais
É sonhar em vão, tentar aos outros iludir
Se o que se foi pra nós
Não voltará jamais

Para que chorar o que passou
Lamentar perdidas ilusões?
Se o ideal que sempre nos acalentou
Renascerá em outros corações

Para que chorar o que passou
Lamentar perdidas ilusões?
Se o ideal que sempre nos acalentou
Renascerá em outros corações

Luces de la ribalta

Vidas que terminan sonriendo
Luces que se apagan, nada más
Es soñar en vano, intentar engañar a los demás
Si lo que se fue para nosotros
No volverá jamás

¿Por qué llorar lo que pasó?
¿Lamentar ilusiones perdidas?
Si el ideal que siempre nos reconfortó
Renacerá en otros corazones

Vidas que terminan sonriendo
Luces que se apagan, nada más
Es soñar en vano, intentar engañar a los demás
Si lo que se fue para nosotros
No volverá jamás

¿Por qué llorar lo que pasó?
¿Lamentar ilusiones perdidas?
Si el ideal que siempre nos reconfortó
Renacerá en otros corazones

¿Por qué llorar lo que pasó?
¿Lamentar ilusiones perdidas?
Si el ideal que siempre nos reconfortó
Renacerá en otros corazones

Escrita por: João de Barro, Antonio Almeida, Geoffrey Parsons, Charles Chaplin