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Día Gris

Marcelo Chagas

Dia Cinza

Dia cinza de um céu azul
De um chão vermelho e dor
Angústia por não te encontrar
Em algum lugar
Versos tiros sem razão,
Vários crimes de religião
É tão difícil entender,
Por que alguém tem que perder


Fardas em decadência,
Farpas da violência.
Não tem sentido nenhum
No fim da tua estrada
A morte na chegada
Abraça quem não "venceu".


Dia cinza de um céu azul
Triste como um olhar
Que vaga sem chegar
Em nenhum lugar
Muitos conseguem a santa paz
Mas não do jeito que esperavam
É tão difícil de entender
Por que alguém tem que morrer


Fardas em decadência,
Farpas da violência.
Não tem sentido nenhum
No fim da tua estrada
A morte na chegada
Abraça quem não "venceu".

Día Gris

Día gris de un cielo azul
De un suelo rojo y dolor
Angustia por no encontrarte
En algún lugar
Versos disparos sin razón,
Varios crímenes de religión
Es tan difícil entender,
Por qué alguien tiene que perder

Uniformes en decadencia,
Púas de la violencia.
No tiene sentido alguno
Al final de tu camino
La muerte en la llegada
Abraza a quien no 'venció'.

Día gris de un cielo azul
Triste como una mirada
Que vaga sin llegar
A ningún lugar
Muchos encuentran la santa paz
Pero no como esperaban
Es tan difícil de entender
Por qué alguien tiene que morir

Uniformes en decadencia,
Púas de la violencia.
No tiene sentido alguno
Al final de tu camino
La muerte en la llegada
Abraza a quien no 'venció'.

Escrita por: Marcelo Chagas / Waguinho