395px

VOLVIENDO

Marcelo D2

TO VOLTANDO

Minha favela, minha favela
Infelizmente só ouço dizer já não é mais aquela

Chorei sim
Ao saber que meu povo no alto do morro
Tá pagando pedágio e pedindo socorro
Perdeu toda a alegria e não tem proteção

(Errei sim)
Errei sim
Quando eu lembro eu sinto um desgosto profundo
Ao ter que me ausentar indo pro submundo
Deixando meu lugar quem pensei ser irmão

Deixei sim
Uma comunidade de paz e alegria
E eu me sinto culpado dessa covardia
Há uma grande revolta no meu coração

Darei sim
Ao povo da rua cachaça, charuto e um garrote
Para me ajudar a sair no pinote
E acertar as contas com esse vacilão

Minha favela (ôo)
Minha favela (ôo)
Infelizmente só ouço dizer já não é mais aquela (simbora, gente!)

Minha favela (ôo)
Minha favela (ôo)
Infelizmente só ouço dizer já não é mais aquela
Infelizmente só ouço dizer já não é mais aquela
Infelizmente só ouço dizer já não é mais aquela

Tranquilidade

VOLVIENDO

Mi barrio, mi barrio
Desgraciadamente solo oigo que ya no es el mismo

Lloré sí
Al saber que mi gente en lo alto del cerro
Está pagando peaje y pidiendo ayuda
Perdió toda la alegría y no tiene protección

(Erré sí)
Erré sí
Cuando lo recuerdo siento un profundo desagrado
Al tener que ausentarme yendo al inframundo
Dejando mi lugar a quien pensé que era hermano

Dejé sí
Una comunidad de paz y alegría
Y me siento culpable de esta cobardía
Hay una gran revuelta en mi corazón

Daré sí
A la gente de la calle trago, puro y un garrote
Para ayudarme a salir corriendo
Y ajustar cuentas con este idiota

Mi barrio (oh)
Mi barrio (oh)
Desgraciadamente solo oigo que ya no es el mismo (¡vamos, gente!)

Mi barrio (oh)
Mi barrio (oh)
Desgraciadamente solo oigo que ya no es el mismo
Desgraciadamente solo oigo que ya no es el mismo
Desgraciadamente solo oigo que ya no es el mismo

Tranquilidad

Escrita por: Almir Guineto, Adalto Magalha, Paulino Capri