Invernos
A meia luz escrevo retalho censuro sem saber
Nem vou lembrar do tempo dessa vontade de querer
De viver a teu lado por toda a eternidade
Os mares revoltos me querem levar
Além da tristeza, muito além do cantar
Mas não me deixe esfriando
Nessa indecisão tão vil
Me pego infantil quando penso em você
Dizem os sábios já não sei mais de mim
Você chegou sem aviso e me deixou assim
Perdido sem rumo feito cão vadio
Outrora tão frio como em uma noite de verão
O mundo parecia meu
Agora estou em suas mãos
Mas não penso em lutar não
Não penso em lutar
Quando o inverno chegar
Espero ainda ter coração
Inviernos
A la luz tenue escribo fragmentos censurados sin saber
Ni siquiera recordaré el tiempo de ese deseo de querer
Estar a tu lado por toda la eternidad
Los mares revueltos quieren llevarme
Más allá de la tristeza, mucho más allá del cantar
Pero no me dejes enfriándome
En esta vil indecisión
Me siento infantil cuando pienso en ti
Dicen los sabios que ya no sé quién soy
Llegaste sin aviso y me dejaste así
Perdido sin rumbo como un perro callejero
Antes tan frío como en una noche de verano
El mundo parecía mío
Ahora estoy en tus manos
Pero no pienso luchar
No pienso luchar
Cuando llegue el invierno
Espero aún tener corazón
Escrita por: Marcelo Junckes