Puta Que Pariu, Acontece Outra Vez...
Pedi uma cerveja na casa de tolerância
E a dama de vermelho me tratou com arrogância
A casa é de todos, todo mundo é bem tratado
Mas aqui você só bebe se pagar adiantado
Meti a mão no bolso e puxei a nota de cem
Princesa, eu bebo muito e sempre pago muito bem
E ela me encarava só pensando no dinheiro
Primeiro foi desprezo mas agora interesse
E um cara do meu lado me olhava atravessado
Sentia muita raiva embora nem me conhecesse
Era um corno apaixonado se sentindo incomodado
Ele veio pro meu lado foi então que eu pensei
Puta que pariu, acontece outra vez
Lá vou eu de novo, Sem razão perdi o freio
Eu troco o certo pelo errado, o tudo pelo nada
Eu atravesso a madrugada e corto o tempo pelo meio
Não sou cabeça quente mas eu sei trocar porrada
Dou pernada três por quarto e nem me despenteio
E eu fiz o que faria qualquer homem de respeito
Tomei minha cerveja com a dama de vermelho
Com curiosidade olhei pro corno apaixonado
E ele estava derrotado coração dilacerado
Fiquei incomodado um tanto quanto encabulado
Tomei um outro gole e sai meio de lado
Lembrei da minha mãe que sempre vai rezar por mim
Lembrei do que eu amo e vou amar até o fim
Já tive tanta coisa num passado que deixei
Se hoje eu sou feliz é porque amo e amei
Puta que pariu, acontece outra vez
Lá vou eu de novo, Sem razão perdi o freio
Eu troco o certo pelo errado, o tudo pelo nada
Eu atravesso a madrugada e corto o tempo pelo meio
Não sou cabeça quente mas eu sei trocar porrada
Dou pernada três por quarto e nem me despenteio
Eu ia no meu carro de um jeito tão comum
E apareceu um burro se sentiu fórmula um
Gritando, buzinando, invadindo a contramão
Perfeito idiota fracassado valentão
E o cara ignorante fez um gesto muito feio
Botou a mão pra fora e mostrou o dedo do meio
Fiquei indignado e o sangue subiu pra cabeça
Acelerei meu carro e foi então que eu pensei
Puta que pariu, acontece outra vez
Lá vou eu de novo, Sem razão perdi o freio
Eu troco o certo pelo errado, o tudo pelo nada
Eu atravesso a madrugada e corto o tempo pelo meio
Não sou cabeça quente mas eu sei trocar porrada
Dou pernada três por quarto e nem me despenteio
Em menos de um segundo num chamado da razão
Eu fiz o que era certo naquela situação
Botei o pé no freio pra seguir meu caminho
E logo aquele otário se arrebentou sozinho
Num poste de concreto da avenida principal
Um choque a cem por hora pode até não ser legal
Lembrei da minha mãe que sempre vai rezar por mim
Lembrei do que eu amo e vou amar até o fim
Já tive tanta coisa num passado que deixei
Se hoje eu sou feliz é porque amo e amei
Puta que pariu, acontece outra vez
Lá vou eu de novo, Sem razão perdi o freio
Eu troco o certo pelo errado, o tudo pelo nada
Eu atravesso a madrugada e corto o tempo pelo meio
Não sou cabeça quente mas eu sei trocar porrada
Dou pernada três por quarto e nem me despenteio
Yo sou un hombre solo
¡Qué Carajo, Sucede Otra Vez!
Pedí una cerveza en la casa de tolerancia
Y la dama de rojo me trató con arrogancia
La casa es de todos, aquí todos son bienvenidos
Pero aquí solo bebes si pagas por adelantado
Metí la mano en el bolsillo y saqué el billete de cien
Princesa, bebo mucho y siempre pago muy bien
Y ella me miraba solo pensando en el dinero
Primero fue desprecio, pero ahora interés
Y un tipo a mi lado me miraba con desdén
Sentía mucha rabia aunque ni me conocía
Era un cornudo enamorado sintiéndose incómodo
Se acercó a mí y fue entonces que pensé
¡Qué carajo, sucede otra vez!
Allá voy de nuevo, sin razón perdí el control
Cambio lo correcto por lo incorrecto, lo todo por lo nada
Cruzo la madrugada y corto el tiempo por la mitad
No soy de mecha corta, pero sé dar golpes
Hago una jugada y ni me despeino
Y hice lo que haría cualquier hombre de respeto
Tomé mi cerveza con la dama de rojo
Con curiosidad miré al cornudo enamorado
Y él estaba derrotado, corazón destrozado
Me sentí incómodo, un tanto avergonzado
Tomé otro trago y salí un poco de lado
Recordé a mi madre que siempre reza por mí
Recordé lo que amo y amaré hasta el fin
Tuve tantas cosas en un pasado que dejé
Si hoy soy feliz es porque amo y amé
¡Qué carajo, sucede otra vez!
Allá voy de nuevo, sin razón perdí el control
Cambio lo correcto por lo incorrecto, lo todo por lo nada
Cruzo la madrugada y corto el tiempo por la mitad
No soy de mecha corta, pero sé dar golpes
Hago una jugada y ni me despeino
Iba en mi carro de una manera tan normal
Y apareció un burro sintiéndose Fórmula 1
Gritando, tocando el claxon, invadiendo el carril
Perfecto idiota, fracasado, bravucón
Y el tipo ignorante hizo un gesto muy feo
Sacó la mano y mostró el dedo del medio
Me indigné y la sangre me subió a la cabeza
Aceleré mi carro y fue entonces que pensé
¡Qué carajo, sucede otra vez!
Allá voy de nuevo, sin razón perdí el control
Cambio lo correcto por lo incorrecto, lo todo por lo nada
Cruzo la madrugada y corto el tiempo por la mitad
No soy de mecha corta, pero sé dar golpes
Hago una jugada y ni me despeino
En menos de un segundo, en un llamado de la razón
Hice lo que era correcto en esa situación
Pisé el freno para seguir mi camino
Y pronto ese idiota se estrelló solo
Contra un poste de concreto de la avenida principal
Un choque a cien por hora puede no ser bueno
Recordé a mi madre que siempre reza por mí
Recordé lo que amo y amaré hasta el fin
Tuve tantas cosas en un pasado que dejé
Si hoy soy feliz es porque amo y amé
¡Qué carajo, sucede otra vez!
Allá voy de nuevo, sin razón perdí el control
Cambio lo correcto por lo incorrecto, lo todo por lo nada
Cruzo la madrugada y corto el tiempo por la mitad
No soy de mecha corta, pero sé dar golpes
Hago una jugada y ni me despeino
Soy un hombre solo