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Fin del Túnel

Marcelo Nassilva

Fim do Túnel

Como vou dizer o que nem eu consigo entender
Não tive pretensão, foi sem querer
Foi invadindo a minha porta
Não deu pra raciocinar

A afeição de quem reencontra alguém
Que se quer bem
Aconteceu quando eu te vi
Meus dias vão e vem e eu sempre esqueço
Que eu quase não te conheço

Mas eu, posso fingir que dormir e acordei de um sonho
E tudo aquilo foi eu que idealizei pra mim, enfim
Por que será que agora eu vou mentir
Você criou barreiras que impediu de nascer
Um sentimento qualquer
Ficaremos sem saber se é pro mal ou pro bem
E que te ver um dia já foi algo além
De ter a sensação feliz sem ter porque
E que pensar, me faz sonhar
Eu vou voltar mesmo estando longe

Há uma luz no fim do túnel que não se apagou
Da fogueira ainda restam brasas, se o vento vai soprar!
Há uma luz no fim do túnel que não se apagou
Da fogueira ainda resta a brasa, que o vento vai soprar

Fin del Túnel

Cómo voy a decir lo que ni siquiera puedo entender
No tuve intención, fue sin querer
Fue invadiendo mi puerta
No pude razonar

El cariño de quien reencuentra a alguien
A quien quiere bien
Sucedió cuando te vi
Mis días van y vienen y siempre olvido
Que casi no te conozco

Pero yo puedo fingir que dormí y desperté de un sueño
Y todo aquello fui yo quien lo idealizó para mí, en fin
¿Por qué ahora voy a mentir?
Tú creaste barreras que impidieron que naciera
Un sentimiento cualquiera
Nos quedaremos sin saber si es para mal o para bien
Y verte un día ya fue algo más
Que tener la sensación feliz sin motivo
Y pensar, me hace soñar
Voy a volver aunque esté lejos

Hay una luz al final del túnel que no se apagó
De la fogata aún quedan brasas, ¿el viento las soplará?
Hay una luz al final del túnel que no se apagó
De la fogata aún queda la brasa, que el viento soplará

Escrita por: Marcelo Nassilva, Marcelo Nassilva