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El Odio De La Mano Que Acaricia

Marcelo Nova

O Ódio Da Mão Que Afaga

Aqui estão os desertos e a areia do nosso passado
E aqui está minha sede e o seu cantil furado
Aqui estão as suspeitas, o rastro da nossa dor
E a minha alma vazia, ao seu inteiro dispor

O que ontem achamos, hoje se perdeu
Alô, baby, então baby, adeus

Aqui está a esperança que ainda insiste em voltar
E o pássaro morto que você não quis soltar
Aqui esta o desejo em sua mais bela voz
Porém nada mais é tão belo para predadores como nós

O que ontem achamos, hoje se perdeu
Alô, baby, então baby, adeus

Aqui estão seus encantos, seus venenos e todas as suas pragas
E aqui está o ódio da mesma mão que afaga
Aqui estão as taças, um brinde ao meu orgulho
E aqui está nosso silêncio que ainda faz tanto barulho

O que ontem achamos, hoje se perdeu
Alô, baby, então baby, adeus

O que ontem achamos, hoje se perdeu
Alô, baby, então baby, adeus

El Odio De La Mano Que Acaricia

Aquí están los desiertos y la arena de nuestro pasado
Y aquí está mi sed y tu cantimplora agujereada
Aquí están las sospechas, el rastro de nuestro dolor
Y mi alma vacía, a tu entera disposición

Lo que ayer encontramos, hoy se perdió
Hola, nena, entonces nena, adiós

Aquí está la esperanza que aún insiste en volver
Y el pájaro muerto que no quisiste soltar
Aquí está el deseo en tu voz más hermosa
Pero nada es tan hermoso para depredadores como nosotros

Lo que ayer encontramos, hoy se perdió
Hola, nena, entonces nena, adiós

Aquí están tus encantos, tus venenos y todas tus plagas
Y aquí está el odio de la misma mano que acaricia
Aquí están las copas, un brindis a mi orgullo
Y aquí está nuestro silencio que aún hace tanto ruido

Lo que ayer encontramos, hoy se perdió
Hola, nena, entonces nena, adiós

Lo que ayer encontramos, hoy se perdió
Hola, nena, entonces nena, adiós

Escrita por: Marcelo Nova