Você É Aquilo Que Ama (part. João Manô)
Há um silêncio aqui
Faz tempo que não ouço o som da sua voz
Parece que nem sei de onde venho
Disfarço meu vazio
É sempre a mesma tensão
De Deus me dar bem mais do que mereço ter
E, ao mesmo tempo, menos do que quero
Preciso calibrar os meus desejos
Transforma quem eu sou por dentro
Domar os sentimentos que não vem de Ti
Transborda quem eu sou por dentro
E molda os meus afetos e desejos mais profundos
Eu quero te querer ainda mais
Eu quero te querer ainda
Me ensine a te querer ainda mais
Há um silêncio aqui
Meus vícios, meus pecados, minha solidão
Parece que nem sei de onde venho, disfarço meu vazio
É sempre a mesma tensão
Me sinto tão distante do que eu devo ser
E, ao mesmo tempo, esbarro nesse ensejo
A narrativa do perdão, Tua obra de restauração
Tua obra!
Transforma quem eu sou por dentro
Domar os sentimentos que não vem de Ti
Transborda quem eu sou por dentro
E molda os meus afetos e desejos mais profundos
Eu quero te querer ainda mais
Me ensine a te querer ainda
Tú Eres Lo Que Amas (parte. João Manô)
Hay un silencio aquí
Hace tiempo que no escucho el sonido de tu voz
Parece que ni siquiera sé de dónde vengo
Disimulo mi vacío
Siempre es la misma tensión
Que Dios me dé mucho más de lo que merezco tener
Y, al mismo tiempo, menos de lo que quiero
Necesito ajustar mis deseos
Transforma lo que soy por dentro
Domar los sentimientos que no vienen de Ti
Desborda lo que soy por dentro
Y moldea mis afectos y deseos más profundos
Quiero desearte aún más
Quiero desearte aún
Enséñame a desearte aún más
Hay un silencio aquí
Mis vicios, mis pecados, mi soledad
Parece que ni siquiera sé de dónde vengo, disimulo mi vacío
Siempre es la misma tensión
Me siento tan distante de lo que debo ser
Y, al mismo tiempo, tropiezo con este deseo
La narrativa del perdón, Tu obra de restauración
¡Tu obra!
Transforma lo que soy por dentro
Domar los sentimientos que no vienen de Ti
Desborda lo que soy por dentro
Y moldea mis afectos y deseos más profundos
Quiero desearte aún más
Enséñame a desearte aún
Escrita por: Marcelo Sissá