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Sol

Marcio Bragança

Sol

O meu amor foi embora,
A minha sorte também
A minha dor foi de morte
Não quis saber de ninguém
Tentei dormir tantas vezes
Mas acordei sem meu bem
Fiquei perdido sem norte
Não enxerguei nada além
Quase me perdi no mundo
Quando tudo virou pó
Quase que eu cheguei ao fundo
Foi um pesadelo só
Mas tudo que um dia é noite noutro dia é sol, sol, sol
Mas tudo que um dia é noite noutro dia é sol, sol, sol
O meu amor foi embora,
A minha sorte também
A minha dor foi de morte
Não quis saber de ninguém
Tentei dormir tantas vezes
Mas acordei sem meu bem
Fiquei perdido sem norte
Não enxerguei nada além
Quando tudo tava escuro
Nesse escuro eu tava só
No meu peito tinha um furo
Nesse furo tinha um nó
Mas tudo que um dia é noite noutro dia é sol, sol, sol
Mas tudo que um dia é noite noutro dia é sol, sol, sol

Sol

Mi amor se fue,
Mi suerte también,
Mi dolor fue mortal,
No quiso saber de nadie.
Intenté dormir tantas veces,
Pero desperté sin mi amor,
Me perdí sin rumbo,
No vi nada más allá.
Casi me pierdo en el mundo,
Cuando todo se convirtió en polvo,
Casi toqué fondo,
Fue solo una pesadilla.
Pero todo lo que un día es noche, al otro día es sol, sol, sol.
Mi amor se fue,
Mi suerte también,
Mi dolor fue mortal,
No quiso saber de nadie.
Intenté dormir tantas veces,
Pero desperté sin mi amor,
Me perdí sin rumbo,
No vi nada más allá.
Cuando todo estaba oscuro,
En esa oscuridad estaba solo,
En mi pecho había un agujero,
En ese agujero había un nudo.
Pero todo lo que un día es noche, al otro día es sol, sol, sol.

Escrita por: Duda Lucena