À Cecília
O resto de mato
Na minha framboesa vida
Não me impossibilita
De querer ter hálito de margaridas
Hábito de esconder minha tristeza
Em canteiros inteiros
Flores parecidas... Repletas, esquecidas
O resto de mato
Na minha framboesa vida
Não me impossibilita
De querer ter hálito de margaridas
Hábito de esconder minha tristeza
Em canteiros inteiros
Flores parecidas... Repletas, esquecidas
Reza forte me permitirá te embalar
Em sonhos antes da despedida
Minha sorte me permitirá
Continuar moço antes da despedida
O resto de mato
Na minha framboesa vida
Não me impossibilita
De querer ter hálito de margaridas
Hábito de esconder minha tristeza
Em canteiros inteiros...
Flores parecidas...repletas, esquecidas
Reza forte não me impedirá
De continuar moço
Antes da despedida
Minha sorte me permitirá
Te embalar em sonhos
Antes da despedida
O cheiro de mato
Na minha framboesa vida
A Cecilia
El resto de maleza
En mi vida de frambuesa
No me impide
Querer tener aliento de margaritas
Costumbre de esconder mi tristeza
En macizos enteros
Flores parecidas... Llenas, olvidadas
El resto de maleza
En mi vida de frambuesa
No me impide
Querer tener aliento de margaritas
Costumbre de esconder mi tristeza
En macizos enteros
Flores parecidas... Llenas, olvidadas
Una fuerte oración me permitirá arrullarte
En sueños antes de la despedida
Mi suerte me permitirá
Seguir siendo joven antes de la despedida
El resto de maleza
En mi vida de frambuesa
No me impide
Querer tener aliento de margaritas
Costumbre de esconder mi tristeza
En macizos enteros...
Flores parecidas... llenas, olvidadas
Una fuerte oración no me impedirá
Seguir siendo joven
Antes de la despedida
Mi suerte me permitirá
Arrullarte en sueños
Antes de la despedida
El olor a maleza
En mi vida de frambuesa
Escrita por: Marco Plácido