Paciência / Jardim; Terei
Nada é nas pressas
Se eu quiser agora
Calma, oxente, calma
Nada é nas pressas
Se eu quiser agora
Me põe de molho
Desembarga o choro
Me ensine a esperar, respirar
La-de-ah, ê jardim
La-de-ah
Se me apronto antes do outono
Me desfolheço
O tempo desconheço
E a estação que vai chegar
La-de-ah, ê jardim
La-de-ah
Não se ausenta
Quem tem paciência
Tem resiliência
Sabe a essência
E o prazer de descansar
Quando nem esperei, o vento deu
Fui correndo à toa, salvar o que é meu
Tempestade é destino, nem vá lutar (nem vá)
Quando o vento soprar (vish) é pra chorar
Se for preciso a brisa acabar
Se é necessário o lago secar
Se for virar tudo cinza
E eu achar que eu perdi tudo
Vem lembrar
Quem te ensinou a nadar?
Quem te ensinou a nadar?
Foi marinheiro, foi marinheiro
Foi os peixinhos do mar
Foi, foi marinheiro
Foi os peixinhos do mar
La-de-ah, ê (laiá)
Ê jardim
Paciencia / Jardín; Tendré
Nada es apresurado
Si lo quiero ahora
Calma, ¡caramba!, calma
Nada es apresurado
Si lo quiero ahora
Déjame en remojo
Desata el llanto
Enséñame a esperar, respirar
La-de-ah, oh jardín
La-de-ah
Si me preparo antes del otoño
Me deshojo
Desconozco el tiempo
Y la estación que llegará
La-de-ah, oh jardín
La-de-ah
No te ausentes
Quien tiene paciencia
Tiene resiliencia
Conoce la esencia
Y el placer de descansar
Cuando menos lo esperé, el viento sopló
Corrí sin rumbo, a salvar lo mío
La tormenta es destino, no pelees (no pelees)
Cuando el viento sople (uf) es para llorar
Si es necesario que la brisa se acabe
Si es preciso que el lago se seque
Si todo se vuelve gris
Y creo que lo perdí todo
Ven a recordar
¿Quién te enseñó a nadar?
¿Quién te enseñó a nadar?
Fue el marinero, fue el marinero
Fueron los pececitos del mar
Fue, fue el marinero
Fueron los pececitos del mar
La-de-ah, oh (laiá)
Oh jardín