Coronelismo
Pois é,
Quem mandou você me provocar?
Minha terra tem palmeira onde canta o sabiá
Não tenho culpa desse tal coronelismo
E esse desenvolvimento me persegue sem parar
Porque,
você não quer nem quis me educar
Pra poder no teu repente eu não te desafiar
Pois é,
Mas agora sou poeta
E canto a dor
Será,
que essa amarga intolerância, sei lá?
Acho que tá na hora de acabar
Pois somos todos nós arquitetos do destino
buscando um lugar ao sol
Será,
que essa amarga intolerância, sei lá?
Acho que tá na hora de acabar
Pois somos todos nós arquitetos do destino
buscando um lugar ao sol
Coronelismo
Pues sí,
¿Quién te mandó a provocarme?
Mi tierra tiene palmeras donde canta el zorzal
No tengo la culpa de este coronelismo
Y este desarrollo me persigue sin parar
Porque,
Tú no quisiste educarme
Para que en tu repentismo no te desafiara
Pues sí,
Pero ahora soy poeta
Y canto el dolor
¿Será
Que esta amarga intolerancia, quién sabe?
Creo que es hora de terminar
Porque todos somos arquitectos del destino
Buscando un lugar al sol
¿Será
Que esta amarga intolerancia, quién sabe?
Creo que es hora de terminar
Porque todos somos arquitectos del destino
Buscando un lugar al sol
Escrita por: Jara Marques / Ubiratan Marques