Amar
Eu quero amar, amar perdidamente!
Amar só por amar: aqui…além…
Mais este e aquele, o outro e toda a gente….
Amar!Amar! E não amar ninguém!
Recordar? Esquecer? Indiferente!…
Prender ou desprender? É mal? É bem?
Quem disser que se pode amar alguém
Durante a vida inteira é porque mente!
Há uma primavera em cada vida:
É preciso cantá-la assim florida,
Pois se Deus nos deu voz, foi pra cantar.
E se um dia hei de ser pó, cinza e nada
Que seja a minha noite uma alvorada,
Que me saiba perder… pra me encontrar…
Amor
Quiero amar, amar irremediablemente!
Amor sólo por amar: aquí... más allá
Más esto y aquello, el otro y todos
¡Amor! ¡Amor! ¡Y no amar a nadie!
¿Te acuerdas? ¿Olvidarlo? ¡Indiferente! - ¿Qué?
¿Arrestar o desatar? ¿Es malo? ¿Está bien?
¿Quién dice que puedes amar a alguien?
¡Toda tu vida es porque mientes!
Hay una primavera en cada vida
Tienes que cantarlo como esta flor
Porque si Dios nos dio voz, era para cantar
Y si algún día seré polvo, cenizas y nada
Que sea mi noche un amanecer
Que sabes cómo perderme... para encontrarme
Escrita por: Marcos Assumpção Em Poemas De Florbela Espanca