Sei de Cor
Pode parar de se repetir
Se eu sei de cor que não é verdade
Quando os caminhos se separam
Não tem razão que de mais jeito
Não tem perdão, não tem senão, não tem porém
Quando os caminhos se separam
Não tem razão que de mais jeito
Não tem perdão, não tem senão, não tem porém
Faz o favor de me perdoar
Se eu fingir que não sei de nada
Mas não me diz que vai embora
Espera a luz da madrugada
Só amanhã, quando acordar, não tem ninguém
Vou me iludir que é um sonho
Viro a cabeça pro outro lado
E vou sonhar que logo mais você já vem
Sé de memoria
Puedes dejar de repetirte
Si lo sé de memoria no es verdad
Cuando los caminos se separan
No hay razón para que de otra manera
No hay perdón, no hay nada más, no hay sin embargo
Cuando los caminos se separan
No hay razón para que de otra manera
No hay perdón, no hay nada más, no hay sin embargo
por favor, perdóname
Si finjo que no sé nada
Pero no me digas que te vas
Espera la luz de la mañana
Sólo mañana, cuando despiertes, no hay nadie
Me voy a engañar que es un sueño
Giro la cabeza hacia el otro lado
Y soñaré que pronto vendrás
Escrita por: Celso Fonseca / Ronaldo Bastos