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Minera

Maria Dapaz

Mineira

Ou oi ô, mineira
Ou, oi ô, mineira

Minou em Minas, o canto
Do mais bonito sabiá
Treinado manso
Cantador, ele sabia
Que a sina que trazia
No bojo da sorte
Era cantar de Sul a Norte
Todas as horas do dia

Clarão de Lua
Passarinho encantado
Filho de Angola
Em Minas, tu pousarias
Pra clarear, trinando
Toda a natureza
Que se rendeu à beleza
Do teu cantar de magia

Os óio se encheram d'água
Quando um dia, lá na mata
Teu canto silenciou
Foi um vento clandestino
Que levou tu, pequenino
E nem sequer, avisou

Os óio se encheram d'água
Quando um dia, lá na mata
Teu canto silenciou
Foi um vento clandestino
Que levou tu, pequenino
E nem sequer, avisou

Ou ou ou, mineira
Ou ou ou, mineira

Ou ou ou, mineira
Ou ou ou, mineira

Ou ou ou, mineira
Oi mineira, ou ou ou
Mineira

Ou ou ou, mineira
Ou ou ou, mineira

Minou em Minas, o canto
Do mais bonito sabiá
Treinado manso
Cantador, ele sabia
Que a sina que trazia
No bojo da sorte
Era cantar de Sul a Norte
Todas as horas do dia

Clarão de Lua
Passarinho encantado
Filho de Angola
Em Minas, tu pousarias
Pra clarear, trinando
Toda a natureza
Que se rendeu à beleza
Do teu cantar de magia

Os óio se encheram d'água
Quando um dia, lá na mata
Teu canto silenciou
Foi um vento clandestino
Que levou tu, pequenino
E nem sequer, avisou

Os óio se encheram d'água
Quando um dia, lá na mata
Teu canto silenciou
Foi um vento clandestino
Que levou tu, pequenino
E nem sequer, avisou

Ou oi ou, mineira
Oi, mineira, ou ou ma ma
Ou oi ou, mineira

Minera

Ou oi ô, minera
Ou, oi ô, minera

Minó en Minas, el canto
Del más bonito zorzal
Entrenado manso
Cantante, él sabía
Que el destino que traía
En el vientre de la suerte
Era cantar de Sur a Norte
Todas las horas del día

Claridad de Luna
Pájaro encantado
Hijo de Angola
En Minas, tú posarías
Para iluminar, trinando
Toda la naturaleza
Que se rindió a la belleza
De tu canto de magia

Los ojos se llenaron de agua
Cuando un día, allá en la selva
Tu canto se silenció
Fue un viento clandestino
Que te llevó, pequeñito
Y ni siquiera, avisó

Los ojos se llenaron de agua
Cuando un día, allá en la selva
Tu canto se silenció
Fue un viento clandestino
Que te llevó, pequeñito
Y ni siquiera, avisó

Ou ou ou, minera
Ou ou ou, minera

Ou ou ou, minera
Ou ou ou, minera

Ou ou ou, minera
Oi minera, ou ou ou
Minera

Ou ou ou, minera
Ou ou ou, minera

Minó en Minas, el canto
Del más bonito zorzal
Entrenado manso
Cantante, él sabía
Que el destino que traía
En el vientre de la suerte
Era cantar de Sur a Norte
Todas las horas del día

Claridad de Luna
Pájaro encantado
Hijo de Angola
En Minas, tú posarías
Para iluminar, trinando
Toda la naturaleza
Que se rindió a la belleza
De tu canto de magia

Los ojos se llenaron de agua
Cuando un día, allá en la selva
Tu canto se silenció
Fue un viento clandestino
Que te llevó, pequeñito
Y ni siquiera, avisó

Los ojos se llenaron de agua
Cuando un día, allá en la selva
Tu canto se silenció
Fue un viento clandestino
Que te llevó, pequeñito
Y ni siquiera, avisó

Ou oi ou, minera
Oi, minera, ou ou ma ma
Ou oi ou, minera

Escrita por: Maria Dapaz