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No hay perdón

Maria Dapaz

Não Tem Perdão

Não vou deixar
Nem você, nem ninguém
Me envolver
Me arrastar e me rasgar
E espalhar
Meus retalhos pelo mundo afora

Não posso crer
Em você, que é meu mal
Nem vou ver mel aonde só tem sal
Nem vou ser cordial pois dói demais

O que acontece é que quem faz
O meu carnaval sou eu
Pra quem sabe, você morreu
Falsidade não tem perdão

O que acontece é que quem faz
O meu carnaval sou eu
Pra quem sabe, você morreu
Falsidade não tem perdão

Não vou deixar
Nem você, nem ninguém
Me envolver
Me arrastar e me rasgar
E espalhar
Meus retalhos pelo mundo afora

Não posso crer
Em você, que é meu mal
Nem vou ver mel aonde só tem sal
Nem vou ser cordial pois dói demais

O que acontece é que quem faz
O meu carnaval sou eu
Pra quem sabe, você morreu
Falsidade não tem perdão

O que acontece é que quem faz
O meu carnaval sou eu
Pra quem sabe, você morreu
Falsidade não tem perdão

No hay perdón

No voy a permitir
Ni a ti, ni a nadie
Que me envuelva
Que me arrastre y me desgarre
Y esparza
Mis retazos por el mundo entero

No puedo creer
En ti, que eres mi mal
Ni ver miel donde solo hay sal
Ni ser amable porque duele demasiado

Lo que sucede es que quien hace
Mi carnaval soy yo
Para quien lo sepa, tú moriste
La falsedad no tiene perdón

No voy a permitir
Ni a ti, ni a nadie
Que me envuelva
Que me arrastre y me desgarre
Y esparza
Mis retazos por el mundo entero

No puedo creer
En ti, que eres mi mal
Ni ver miel donde solo hay sal
Ni ser amable porque duele demasiado

Lo que sucede es que quien hace
Mi carnaval soy yo
Para quien lo sepa, tú moriste
La falsedad no tiene perdón

Lo que sucede es que quien hace
Mi carnaval soy yo
Para quien lo sepa, tú moriste
La falsedad no tiene perdón

Escrita por: Ivan Lins / Ronaldo Monteiro de Souza