Muros Pichados
Fileiras de carros sem nenhuma direção
O que será que ele esconde dentro do seu porão?
Um mundo que não existe abraços só muros pichados
A cultura sumiu, ninguém viu
Palavras desnecessárias, piadas nada engraçadas
E risos sem nenhum motivo
Parece que agora os grupos
Não são mais coletivos
Por que as pessoas julgam tanto?
Por que as palavras doem tanto?
Por que ser diferente é estranho?
Por que ser diferente é estranho?
Sinto o chão empoeirado de ódio e dor
E estar sujo não é o melhor sabor
E não venha me criticar é só minha opinião
Vá fazer o bem, não lave suas mãos
Sentimentos escondidos, amigos só virtuais
E risos sem nenhum motivo
Parece que agora os grupos
Não são mais coletivos
Por que as pessoas julgam tanto?
Por que as palavras doem tanto?
Por que ser diferente é estranho?
Por que ser diferente é estranho?
Muros Pichados
Filas de autos sin dirección alguna
¿Qué estará escondiendo dentro de su sótano?
Un mundo donde no existen abrazos, solo muros pintarrajeados
La cultura desapareció, nadie la vio
Palabras innecesarias, chistes poco graciosos
Y risas sin motivo alguno
Parece que ahora los grupos
Ya no son colectivos
¿Por qué la gente juzga tanto?
¿Por qué duelen tanto las palabras?
¿Por qué ser diferente es extraño?
¿Por qué ser diferente es extraño?
Siento el suelo polvoriento de odio y dolor
Y estar sucio no es el mejor sabor
Y no vengas a criticarme, es solo mi opinión
Ve a hacer el bien, no te laves las manos
Sentimientos escondidos, amigos solo virtuales
Y risas sin motivo alguno
Parece que ahora los grupos
Ya no son colectivos
¿Por qué la gente juzga tanto?
¿Por qué duelen tanto las palabras?
¿Por qué ser diferente es extraño?
¿Por qué ser diferente es extraño?
Escrita por: Maria Fernanda Costa