Encantoada
Encantoada
Jamais e não
Negativas formas lhe rodeiam
Apenas isto pode ouvir e sentir
Por mais que imagine e saiba
Depois daquela superfície
Se esconde o agora e o sim
Fura-la com os dedos...?
Não é rompida assim
Constitui átomos de história
Condensados em teu balbuciar
Palavras de um trajeto
Sonoridade receios
Trazidos dos cortes longínquos
Que ainda gotejam
Manchando aquela que depois lhe chega
E todos os outros
Este líquido que envenena
Espanta ou mata
Ou apenas faz doer por alguns instantes
Lhe poderia chegar com ervas
Culturais e puras
Reais e práticas... somente francas
Despidas e sem grades
O mal é querer-lhe
O mal é apenas este
Imanente e sem escolha
Porém transmuta...
Como tudo se transforma!!!
Encantoada
Encantoada
Jamás y no
Formas negativas te rodean
Solo esto puedes escuchar y sentir
Por más que imagines y sepas
Después de esa superficie
Se esconde el ahora y el sí
¿Perforarla con los dedos...?
No se rompe así
Constituye átomos de historia
Condensados en tu balbuceo
Palabras de un recorrido
Sonoridad de temores
Traídos de cortes lejanos
Que aún gotean
Manchando a aquel que luego llega
Y a todos los demás
Este líquido que envenena
Espanta o mata
O simplemente hace daño por unos instantes
Podría llegar a ti con hierbas
Culturales y puras
Reales y prácticas... solo sinceras
Desnudas y sin barreras
El mal es quererte
El mal es solo este
Inmanente y sin elección
¡Pero transmuta...
Como todo se transforma!
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