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Dos contra uno

Maria Stockmann

Dois contra um

Pode ficar longe, mas não some
É de você que eu nem ouso falar o nome
Tão insegura e culpada
Fico calada para não me sentir julgada por mim

Eu não me orgulho
Não é por mal, eu juro
Mas como prezar por algo que eu quero estragar?

Falei da boca para fora
Dois contra um, não é assim que se joga
Falei da boca para fora
Dois contra um, não é assim que se joga

Pode ficar longe, mas não some
Finjo que não gosto do gosto do seu nome
E na boca que não quer calar
Te sussurro em outro lugar

Mas como é que eu vou prezar por algo que eu
Algo que eu quero estragar (me sentir julgada)
Eu não me orgulho
Não por mal, eu juro

Eu já nem posso fazer de novo
Parar de imaginar seu rosto

Falei da boca para fora
Dois contra um, não é assim que se joga
Falei da boca para fora
Dois contra um, não é assim que se joga

Pode ficar longe, mas não some

Dos contra uno

Puedes quedarte lejos, pero no te vayas
Es de ti de quien ni me atrevo a decir tu nombre
Tan insegura y culpable
Me quedo callada para no sentirme juzgada por mí

No me enorgullezco
No es por mal, lo juro
Pero, ¿cómo valorar algo que quiero arruinar?

Hablé sin pensar
Dos contra uno, así no se juega
Hablé sin pensar
Dos contra uno, así no se juega

Puedes quedarte lejos, pero no te vayas
Finjo que no me gusta el sabor de tu nombre
Y en la boca que no quiere callar
Te susurro en otro lugar

Pero, ¿cómo voy a valorar algo que yo
Algo que quiero arruinar (sentirme juzgada)
No me enorgullezco
No por mal, lo juro

Ya ni puedo hacerlo de nuevo
Dejar de imaginar tu rostro

Hablé sin pensar
Dos contra uno, así no se juega
Hablé sin pensar
Dos contra uno, así no se juega

Puedes quedarte lejos, pero no te vayas

Escrita por: Maria Stockmann