Barro
Detesto voltar para Piranhas
A cidade natal dos maracatu
Pois é um interior peba
Rodeando a gente, só tem urubu
Lá é interior atrasado
Nem tem cimento no chão
Caminhando sobre o barro
Eu toquei essa canção
Mas que povo sofrido
É esse do sertão
Sem puder ver TV
Ou aprender computação
Andando sobre o barro molhado
Tocando nossas músicas no violão
O que mais gosto
Quando vou para o interior
É rever meus amigos
Juremilda, Cassianialdo e Alealeaô
Vale a pena ficar
Dentro de um ônibus durante 10 horas
Mas, na verdade, a gente não fica
Pois temos um helicóptero rapidola
Mas que povo sofrido
É esse do sertão
Sem puder ver TV
Ou aprender computação
Andando sobre o barro molhado
Tocando nossas músicas no violão
Barro
Detesto volver a Piranhas
La ciudad natal de los maracatú
Porque es un pueblo del interior
Rodeándonos, solo hay zopilotes
Allá es un interior atrasado
Ni siquiera hay cemento en el suelo
Caminando sobre el barro
Toqué esta canción
Pero qué pueblo sufrido
Es este del sertão
Sin poder ver TV
O aprender computación
Caminando sobre el barro mojado
Tocando nuestras canciones en la guitarra
Lo que más me gusta
Cuando voy al interior
Es reencontrarme con mis amigos
Juremilda, Cassianialdo y Alealeaô
Vale la pena quedarse
Dentro de un autobús durante 10 horas
Pero, en realidad, no nos quedamos
Porque tenemos un helicóptero rapidola
Pero qué pueblo sufrido
Es este del sertão
Sin poder ver TV
O aprender computación
Caminando sobre el barro mojado
Tocando nuestras canciones en la guitarra