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Te Esperando

Marília Mendonça

Te Esperando

Mesmo que você não caia na minha cantada
Mesmo que você conheça outro cara
Na fila de um banco, um tal de Fernando
Um lance, assim sem graça

Mesmo que vocês fiquem sem se gostar
Mesmo que vocês casem sem se amar
E depois de seis meses um olhe pro outro
E aí, pois é, sei lá

Mesmo que você suporte este casamento
Por causa dos filhos, por muito tempo
Dez, vinte, trinta anos
Até se assustar com os seus cabelos brancos

Um dia vai sentar numa cadeira de balanço
Vai lembrar do tempo em que tinha vinte anos
Vai lembrar de mim e se perguntar
Por onde esse cara deve estar

E eu vou estar te esperando
Nem que já esteja velhinha gagá
Com noventa, viúva, sozinha
Não vou me importar

Vou ligar, te chamar pra sair
Namorar no sofá
Nem que seja além dessa vida
Eu vou estar te esperando

Mesmo que você não caia na minha cantada
Mesmo que você conheça outro cara
Na fila de um banco, um tal de Fernando
Um lance, assim sem graça

Mesmo que vocês fiquem sem se gostar
Mesmo que vocês casem sem se amar
E depois de seis meses um olhe pro outro
E aí, pois é sei lá

Mesmo que você suporte este casamento
Por causa dos filhos, por muito tempo
Dez, vinte, trinta anos
Até se assustar com os seus cabelos brancos

Um dia vai sentar numa cadeira de balanço
Vai lembrar do tempo em que tinha vinte anos
Vai lembrar de mim e se perguntar
Por onde esse cara deve estar

E eu vou estar te esperando
Nem que já esteja velhinha gagá
Com noventa, viúva, sozinha
Não vou me importar

Vou ligar, te chamar pra sair
Namorar no sofá
Nem que seja além dessa vida

Eu vou estar te esperando
Nem que já esteja velhinha gagá
Com noventa, viúva, sozinha
Não vou me importar

Vou ligar, te chamar pra sair
Namorar no sofá
Nem que seja além dessa vida
Eu vou estar te esperando
Te esperando

Te Esperando

Aunque no caigas en mi juego
Aunque conozcas a otro tipo
En la fila de un banco, un tal Fernando
Un rollo, así sin gracia

Aunque ustedes no se quieran
Aunque se casen sin amor
Y después de seis meses se miren
Y ahí, pues sí, no sé

Aunque aguantes este matrimonio
Por los hijos, mucho tiempo
Diez, veinte, treinta años
Hasta asustarte con tus canas

Un día te sentarás en una mecedora
Recordarás cuando tenías veinte años
Recordarás de mí y te preguntarás
¿Dónde estará este tipo?

Y yo estaré esperándote
Aunque ya esté viejita y loca
Con noventa, viuda, sola
No me va a importar

Te voy a llamar, te invitaré a salir
A salir en el sofá
Aunque sea más allá de esta vida
Yo estaré esperándote

Aunque no caigas en mi juego
Aunque conozcas a otro tipo
En la fila de un banco, un tal Fernando
Un rollo, así sin gracia

Aunque ustedes no se quieran
Aunque se casen sin amor
Y después de seis meses se miren
Y ahí, pues sí, no sé

Aunque aguantes este matrimonio
Por los hijos, mucho tiempo
Diez, veinte, treinta años
Hasta asustarte con tus canas

Un día te sentarás en una mecedora
Recordarás cuando tenías veinte años
Recordarás de mí y te preguntarás
¿Dónde estará este tipo?

Y yo estaré esperándote
Aunque ya esté viejita y loca
Con noventa, viuda, sola
No me va a importar

Te voy a llamar, te invitaré a salir
A salir en el sofá
Aunque sea más allá de esta vida

Yo estaré esperándote
Aunque ya esté viejita y loca
Con noventa, viuda, sola
No me va a importar

Te voy a llamar, te invitaré a salir
A salir en el sofá
Aunque sea más allá de esta vida
Yo estaré esperándote
Esperándote

Escrita por: Bruno Caliman