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Medio Término

Marília Tavares

Meio Termo

Vida
Teu cheiro ainda tá na minha camisa
Toda vez que cê vai, uma parte fica
Só pra me assombrar

Que por mais que eu queira, você não é minha ainda
Se eu der bobeira
O que não falta é marmanjo na fila
Torcendo pra gente não vingar

Mas é a mesma coisa do lado de cá
Se não levar a gente a sério, alguém vai levar
Decide logo, porque água morna serve nem pra chá

Se cê não quiser nada sério, eu espero
Que não se arrependa de me devolver pra rua
Não tem meio-termo, eu não sou bagunça
Ou ama pra porra ou porra nenhuma
Se não quer nada sério, eu espero
Que não se arrependa de me devolver pra rua
Não tem meio-termo, eu não sou bagunça
Ou ama pra porra ou porra nenhuma

Ô, vida
Teu cheiro ainda tá na minha camisa
Toda vez que cê vai, uma parte fica
Só pra me assombrar

Que por mais que eu queira, você não é minha ainda
Se eu der bobeira
O que não falta é marmanjo na fila
Torcendo pra gente não vingar

Mas é a mesma coisa do lado de cá
Se não levar a gente a sério, alguém vai levar
Decide logo, porque água morna serve nem pra chá

Se cê não quiser nada sério, eu espero
Que não se arrependa de me devolver pra rua
Não tem meio-termo, eu não sou bagunça
Ou ama pra porra ou porra nenhuma
Se não quer nada sério, eu espero
Que não se arrependa de me devolver pra rua
Não tem meio-termo, eu não sou bagunça
Ou ama pra porra ou porra nenhuma

Se não quer nada sério, eu espero
Que não se arrependa de me devolver pra rua
Não tem meio-termo, eu não sou bagunça
Ou ama pra porra ou porra nenhuma
Se não quer nada sério, eu espero
Que não se arrependa de me devolver pra rua
Não tem meio-termo, eu não sou bagunça
Ou ama pra porra ou porra nenhuma

Medio Término

Vida
Tu olor aún está en mi camisa
Cada vez que te vas, una parte queda
Solo para atormentarme

Que por más que yo quiera, no eres mía aún
Si me descuido
Lo que no falta es tipo en la fila
Esperando que no funcionemos

Pero es lo mismo de este lado
Si no nos toman en serio, alguien lo hará
Decídete ya, porque el agua tibia ni para té sirve

Si no quieres nada serio, yo espero
Que no te arrepientas de devolverme a la calle
No hay medio término, no soy un desorden
O amas de verdad o nada en absoluto
Si no quieres nada serio, yo espero
Que no te arrepientas de devolverme a la calle
No hay medio término, no soy un desorden
O amas de verdad o nada en absoluto

Oh, vida
Tu olor aún está en mi camisa
Cada vez que te vas, una parte queda
Solo para atormentarme

Que por más que yo quiera, no eres mía aún
Si me descuido
Lo que no falta es tipo en la fila
Esperando que no funcionemos

Pero es lo mismo de este lado
Si no nos toman en serio, alguien lo hará
Decídete ya, porque el agua tibia ni para té sirve

Si no quieres nada serio, yo espero
Que no te arrepientas de devolverme a la calle
No hay medio término, no soy un desorden
O amas de verdad o nada en absoluto
Si no quieres nada serio, yo espero
Que no te arrepientas de devolverme a la calle
No hay medio término, no soy un desorden
O amas de verdad o nada en absoluto

Si no quieres nada serio, yo espero
Que no te arrepientas de devolverme a la calle
No hay medio término, no soy un desorden
O amas de verdad o nada en absoluto
Si no quieres nada serio, yo espero
Que no te arrepientas de devolverme a la calle
No hay medio término, no soy un desorden
O amas de verdad o nada en absoluto

Escrita por: Klebin, Daniel Cândido, Matheus Damasceno, Bia Frazzo, William de Brito