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Punto de Partida

Marília Tavares

Ponto de Partida

Oi, só estou te ligando pra me despedir de você
Suas coisas, eu deixei na sala, perto da TV
Pode entrar que a porta está aberta, deixei encostada
O trabalho que você vai ter é subir as escadas

Não esqueça, depois de sair, pode bater a porta
Troquei todas as trancas da casa
Não quero que volte
Vá embora, procure seu rumo e encontre sua sorte

E não tente mais ligar pra mim que eu não vou atender
Pois o tempo que tanto queria estou dando a você
Vai viver a sua vida
Eu não sou mais seu ponto de partida

Me esqueça, por favor
Me tira do peito, da sua memória
Pegue nossas fotos, rasgue e jogue fora
Delete os arquivos do computador

Se não adiantar
Vai naquele barzinho do Seu Mané
Enche a cara até não aguentar de pé
Não há melhor remédio pro mal de amor

Oi, só estou te ligando pra me despedir de você
Suas coisas, eu deixei na sala, perto da TV
Pode entrar que a porta está aberta, deixei encostada
O trabalho que você vai ter é subir as escadas

Não esqueça, depois de sair, pode bater a porta
Troquei todas as trancas da casa
Não quero que volte
Vá embora, procure seu rumo e encontre sua sorte

E não tente mais ligar pra mim que eu não vou atender
Pois o tempo que tanto queria estou dando a você
Vai viver a sua vida
Eu não sou mais seu ponto de partida

Esqueça, por favor
Me tira do peito, da sua memória
Pegue nossas fotos, rasgue e jogue fora
Delete os arquivos do computador

Se não adiantar
Vai naquele barzinho do Seu Mané
Enche a cara até não aguentar de pé
Não há melhor remédio pro mal de amor

Esqueça, por favor
Me tira do peito, da sua memória
Pegue nossas fotos, rasgue e jogue fora
Delete os arquivos do computador

Se não adiantar
Vai naquele barzinho do Seu Mané
Enche a cara até não aguentar de pé
Não há melhor remédio pro mal de amor

Não há melhor remédio pro mal de amor

Punto de Partida

Hola, solo te estoy llamando para despedirme de ti
Tus cosas, las dejé en la sala, cerca de la tele
Puedes entrar, que la puerta está abierta, la dejé entreabierta
El trabajo que tendrás es subir las escaleras

No olvides, después de salir, puedes cerrar la puerta
Cambié todas las cerraduras de la casa
No quiero que vuelvas
Vete, busca tu camino y encuentra tu suerte

Y no intentes más llamarme que no voy a contestar
Porque el tiempo que tanto querías te lo estoy dando a ti
Vas a vivir tu vida
Ya no soy más tu punto de partida

Olvídame, por favor
Sácame del pecho, de tu memoria
Toma nuestras fotos, rómpelas y bótalas
Elimina los archivos de la computadora

Si no sirve de nada
Ve a ese barcito del Señor Mané
Emboráchate hasta no poder estar de pie
No hay mejor remedio para el mal de amor

Hola, solo te estoy llamando para despedirme de ti
Tus cosas, las dejé en la sala, cerca de la tele
Puedes entrar, que la puerta está abierta, la dejé entreabierta
El trabajo que tendrás es subir las escaleras

No olvides, después de salir, puedes cerrar la puerta
Cambié todas las cerraduras de la casa
No quiero que vuelvas
Vete, busca tu camino y encuentra tu suerte

Y no intentes más llamarme que no voy a contestar
Porque el tiempo que tanto querías te lo estoy dando a ti
Vas a vivir tu vida
Ya no soy más tu punto de partida

Olvídame, por favor
Sácame del pecho, de tu memoria
Toma nuestras fotos, rómpelas y bótalas
Elimina los archivos de la computadora

Si no sirve de nada
Ve a ese barcito del Señor Mané
Emboráchate hasta no poder estar de pie
No hay mejor remedio para el mal de amor

Olvídame, por favor
Sácame del pecho, de tu memoria
Toma nuestras fotos, rómpelas y bótalas
Elimina los archivos de la computadora

Si no sirve de nada
Ve a ese barcito del Señor Mané
Emboráchate hasta no poder estar de pie
No hay mejor remedio para el mal de amor

No hay mejor remedio para el mal de amor

Escrita por: Edilson Dos Santos Brito