Arrieiro
Lama, barro
Aqui vou eu, acelerado
Do jeito que eu sempre quis
Sigo sem um puto no bolso, mas feliz
É que eu não nasci para criar raiz
Quando eu nasci,
Assim que eu nasci,
A vida me mordeu
Chuva ou sol
Arde em minh'alma a brasa de um arrebol
E eu não devo nada a ninguém
Mas se dever, me procure mais além
É que eu não nasci para criar raiz
Quando eu nasci,
Ai! eu ouvi:
"Filho, esse mundo é seu...Vai!"
Lama, barro
Aqui vou eu, torto e errado
No bolso carrego o vento
Mas é um diamante o que eu levo em meu peito
É que eu não nasci para criar raiz
Quando eu nasci,
Ai! eu ouvi:
"Filho, esse mundo é seu...Vai!"
Arrieiro
Lodo, barro
Aquí voy yo, acelerado
De la manera que siempre quise
Sigo sin un peso en el bolsillo, pero feliz
Es que no nací para echar raíces
Cuando nací,
Así que nací,
La vida me mordió
Lluvia o sol
Arde en mi alma la brasa de un atardecer
Y no le debo nada a nadie
Pero si debo, búscame más allá
Es que no nací para echar raíces
Cuando nací,
¡Ay! escuché:
"Hijo, este mundo es tuyo... ¡Ve!"
Lodo, barro
Aquí voy yo, torcido y equivocado
En el bolsillo llevo el viento
Pero es un diamante lo que llevo en mi pecho
Es que no nací para echar raíces
Cuando nací,
¡Ay! escuché:
"Hijo, este mundo es tuyo... ¡Ve!"
Escrita por: Ferdinando Cota Pacheco / F.Pache