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Estilo francés

Marina Lima

À Francesa

Meu amor se você for embora
Sabe lá o que será de mim
Passeando pelo mundo a fora
Na cidade que não tem mais fim
Ora dando fora, ora bola
Um irresponsável pobre de mim

Se eu te peço para ficar ou não
Meu amor eu lhe juro
Que não quero deixá-lo na mão
E nem sozinho no escuro
Mas os momentos felizes
Não estão escondidos
Nem no passado e nem no futuro

Meu amor não vai haver tristeza
Nada além de fim de tarde a mais
Mas depois as luzes todas acesas
Paraísos artificiais
E se você saísse à francesa
Eu viajaria muito mas
Muito mais

Se eu te peço para ficar ou não
Meu amor eu lhe juro
Que não quero deixá-lo na mão
E nem sozinho no escuro
Mas os momentos felizes
Não estão escondidos
Nem no passado e nem no futuro

[?]
Meu amor eu lhe juro
[?], oh!
E nem sozinho no escuro
Mas os momentos felizes
Não estão escondidos
Nem no passado e nem no futuro

(Ah, ah, ah francesa, uh)
(Francesa-ah)

(Passeando pelo mundo a fora)
(Na cidade que não tem mais fim)

Estilo francés

Mi amor, si te vas
¿Quién sabe qué será de mí?
Viajando por el mundo
En la ciudad que nunca termina
A veces falla, a veces es un buen lanzamiento
Pobre de mí, tan irresponsable

Ya sea que te pida que te quedes o no
Mi amor, te lo juro
Porque no quiero decepcionarlo
Y ni siquiera estaba solo en la oscuridad
Pero los momentos felices
No están ocultos
Ni en el pasado ni en el futuro

Mi amor, no habrá tristeza
Nada más que otra tarde
Pero entonces se encendieron todas las luces
paraísos artificiales
¿Y si te fueras sin despedirte?
Me gustaría viajar mucho pero
Mucho más

Ya sea que te pida que te quedes o no
Mi amor, te lo juro
Porque no quiero decepcionarlo
Y ni siquiera estaba solo en la oscuridad
Pero los momentos felices
No están ocultos
Ni en el pasado ni en el futuro

[?]
Mi amor, te lo juro
[?], ¡Vaya!
Y ni siquiera estaba solo en la oscuridad
Pero los momentos felices
No están ocultos
Ni en el pasado ni en el futuro

(Ah, ah, ah francés, uh)
(Francesa-ah)

(Viajando por el mundo)
(En la ciudad que nunca termina)

Escrita por: Cláudio Zoli, Antônio Cícero