Carne de Sol
Feijão de corda com carne de sol
Manteiga de garrafa e farinha quebradinha
A gente come tanto chega se lambuza
(A gente come tanto chega, chega se lambuza)
Come, come e não abusa na nossa terrinha
No bar de belo e no de natá tradicional lá na região
A gente toma uma caninha boa, enquanto a carne assa e sai o feijão
Quem for um dia a caruaru seja do norte ou do sul vai gostar
Da carne de bode, linguiça torrada, de sarapatel, pirão de buchada
Do feijão de corda, tripa e miúdo
Vai comer de tudo
E rabada, e rabada, e rabada, e rabada, de rabada
Sonnenfleisch
Bohnen mit Sonnenfleisch
Flüssige Butter und zerbröseltes Mehl
Wir essen so viel, dass wir uns beschmieren
(Wir essen so viel, dass wir uns, uns beschmieren)
Iss, iss und übertreib nicht in unserem Land
Im schönen Bar und im traditionellen Natá dort in der Region
Trinken wir einen guten Schnaps, während das Fleisch brät und die Bohnen kochen
Wer einmal nach Caruaru kommt, egal ob aus dem Norden oder Süden, wird es mögen
Vom Ziegenfleisch, gerösteter Wurst, Sarapatel, Buchadensoße
Von Bohnen, Eingeweide und Innereien
Wird alles gegessen
Und Rinderbraten, und Rinderbraten, und Rinderbraten, und Rinderbraten, von Rinderbraten
Escrita por: Agripino Aroeira / Onildo Almeida