Ergofobia
Aquilo que as pessoas extraem do mundo
É um pouco do que me faz pensar muito
Vegetais enxertados no reino animal
E viver é coisa irreal
E se dizem que a vida é uma escola
A velhice é o diploma do bebê que chora
Poucos sábios aflitos pra dizerem não
Pra dizerem: Não
Muitas vidas quebradas em cacos
Alguns homens inúteis, clones dos macacos
Vários egos pacientes em uma terapia
Nesta ergofobia
10% De estrada rodada
É a obra de um poeta que não escreve nada
Acesso proibido à aculturação
E os bardos dizem não! (e os burros somos nós?)
Viajamos sem rumo ao futuro
De um passado longínquo e um presente escuro
Em uma nave guiada por um anjo só... Brio
Em direção ao Sol
Muitas vidas quebradas em cacos
Alguns homens inúteis, clones dos macacos
Vários egos pacientes em uma terapia
Nesta ergofobia
Ergofobia
Aquello que las personas extraen del mundo
Es un poco de lo que me hace pensar mucho
Vegetales injertados en el reino animal
Y vivir es algo irreal
Y si dicen que la vida es una escuela
La vejez es el diploma del bebé que llora
Pocos sabios afligidos para decir no
Para decir: No
Muchas vidas rotas en pedazos
Algunos hombres inútiles, clones de los monos
Varios egos pacientes en una terapia
En esta ergofobia
10% De camino recorrido
Es la obra de un poeta que no escribe nada
Acceso prohibido a la aculturación
¿Y los bardos dicen no? (¿y los burros somos nosotros?)
Viajamos sin rumbo hacia el futuro
De un pasado lejano y un presente oscuro
En una nave guiada por un solo ángel... Brío
Hacia el Sol
Muchas vidas rotas en pedazos
Algunos hombres inútiles, clones de los monos
Varios egos pacientes en una terapia
En esta ergofobia
Escrita por: Mário Gonçalves Dias Junior