A Outra
Só me resta viver
Porque exposta demais
Todos vivem por mim
Todos ditam as leis
Porque em si não estão bem
Esses seios a mais
Não são feitos para mim
Não me faz mais mulher
Contrario quem diz
Tens que os ter pra vencer
Mas eu sou tão feliz
Ninguém quer entender
Ai eu não ligo a quem pede
Numa sede infeliz
Para ser outra
Ai eu não posso ser essa
Essa eu nunca quis
Eu até duvidei
Do meu corpo capaz
Tudo o quanto eu sei
É que a fome é voraz
Todos ditam as leis
Desses seios demais
Ai eu não ligo a quem pede
Numa sede infeliz
Para ser outra
Ai eu não posso ser essa
Essa eu nunca quis
Ai eu não ligo a quem pede
Numa sede infeliz
Para ser outra
Ai eu não posso ser essa
Essa eu nunca quis
Eu quero é cantar
E continuar
Sem me culpar
Sem ter de julgar
Ai eu não ligo a quem pede
Numa sede infeliz
Para ser outra
Ai eu não posso ser essa
Essa eu nunca
Ai eu não posso ser essa
Essa eu nunca
Ai eu não posso ser essa
Essa eu nunca quis
Otra
Sólo me queda vivir
Porque expuesta demasiado
Todos viven por mí
Todos dictan las leyes
Porque en sí mismos no están bien
Estos senos de más
No son para mí
No me hacen más mujer
Contrario a lo que dicen
Debes tenerlos para triunfar
Pero soy tan feliz
Nadie quiere entender
Ah, no me importa quién lo pida
En una sed infeliz
Para ser otra
Ah, no puedo ser esa
Esa nunca quise ser
Incluso dudé
De mi cuerpo capaz
Todo lo que sé
Es que el hambre es voraz
Todos dictan las leyes
De estos senos de más
Ah, no me importa quién lo pida
En una sed infeliz
Para ser otra
Ah, no puedo ser esa
Esa nunca quise ser
Ah, no me importa quién lo pida
En una sed infeliz
Para ser otra
Ah, no puedo ser esa
Esa nunca quise ser
Quiero cantar
Y seguir
Sin culparme
Sin tener que juzgar
Ah, no me importa quién lo pida
En una sed infeliz
Para ser otra
Ah, no puedo ser esa
Esa nunca
Ah, no puedo ser esa
Esa nunca
Ah, no puedo ser esa
Esa nunca quise ser