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Mariposas

Marlucy e Silmara

Borboletas

Percebo que o tempo já não passa
Você diz que não tem graça amar assim
Foi tudo tão bonito, mas vôou pro infinito
Parecido com borboletas de um jardim

Agora você volta
E balança o que eu sentia por outro alguém
Dividido entre dois mundos
Sei que estou amando mas ainda não sei quem

(refrão)
Não sei dizer o que mudou
Mas nada está igual
Numa noite estranha a gente se estranha e fica mal
Você tenta provar que tudo em nós morreu
Borboletas sempre voltam
E o seu jardim sou eu

Mariposas

Me doy cuenta de que el tiempo ya no pasa
Dices que no es gracioso amar así
Era todo tan bonito, pero voló hasta el infinito
Como mariposas de un jardín

Ahora vuelves
Y sacude lo que sentí por otra persona
Dividido entre dos mundos
Sé que soy cariñoso pero sigo sin saber quién

(coro)
No puedo decirte qué ha cambiado
Pero nada es igual
En una noche extraña nos ponemos raros y nos ponemos mal
Intentas demostrar que todo en nosotros ha muerto
Las mariposas siempre vuelven
Y tu jardín soy yo

Escrita por: Vitor chaves