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Arte Colectiva

Marmelada de Cachorro

Arte Coletiva

Tu não é o que é (é,é,é)
Tu não é o que é (é,é,é)
Tu não é o que é (é,é,é)

Tu não é o que é pelo teu passado, mas sim pelo teu futuro
Tudo que vem sendo, vem se remoendo e querendo um lugar seguro
Não incrimine sua mudança, por intolerância, cobrança social
Quem luta sempre alcança, avança, não tomo pança. Sou marginal

Sou reto, peco
Não teco, quieto
Não uso eco
Vida de boteco

Sou o que eu quero, sossego
Melhor ter fé que ter medo
Não se juga não aponte os dedos
Corre na veia, é swing de nego

Bate no peito
Tem meu respeito
Goiânia meu berço
Tem meu apreço

Fica tranquilo todo mundo tem pressa
Eu deixo fluir os mano estressa
Dar valor em dinheiro tua vida regressa
Os mano se apega e as mina se entrega

Tu não é o que é
Tu não é o que é
Tu não é o que é
Tu não é o que é

Comigo é passo a passo
Aqui não perde o compasso
Minha família meus laços
Inimigo eu não traço

Sem dispor pro cansaço
Cerrado nato, no talo
Enraizado, propago

Produto de uma arte coletiva
Segue logo a banda, segue logo a vida
Sei que é natural, sei que é seletiva
Panela aqui sem tampa é malandro das antigas

Arte Colectiva

No eres lo que eres (es, es, es)
No eres lo que eres (es, es, es)
No eres lo que eres (es, es, es)

No eres lo que eres por tu pasado, sino por tu futuro
Todo lo que ha estado sucediendo, se está removiendo y buscando un lugar seguro
No culpes tu cambio por intolerancia, presión social
Quien lucha siempre avanza, progresa, no me achico. Soy marginal

Soy recto, fallo
No tejo, tranquilo
No uso eco
Vida de bar

Soy lo que quiero, tranquilidad
Mejor tener fe que miedo
No juzgues, no señales con los dedos
Corre por las venas, es ritmo de la gente

Golpea en el pecho
Tiene mi respeto
Goiânia mi cuna
Tiene mi aprecio

Tranquilo, todos tienen prisa
Dejo fluir y los chicos se estresan
Valoras el dinero, tu vida retrocede
Los chicos se apegan y las chicas se entregan

No eres lo que eres
No eres lo que eres
No eres lo que eres
No eres lo que eres

Conmigo es paso a paso
Aquí no se pierde el ritmo
Mi familia, mis lazos
Enemigos no trazo

Sin rendirme al cansancio
Cerrado de nacimiento, al límite
Arraigado, me propago

Producto de un arte colectiva
Sigue la banda, sigue la vida
Sé que es natural, sé que es selectiva
Una olla sin tapa aquí es un pícaro de antaño

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