Encosto
Eu não sei em que corpo eu encarnei
Pra você voltar pra mim
É um absurdo! (que absurdo)
É um absurdo!
Nenhuma divindade tinha esse direito sujo
De me jogar de volta pra você
E nem me perguntar se eu vou querer
Ó meu bem, eu já não amo mais você
Nem nessa vida nem na outra
Eu não vou me preocupar em fazer boas ações
Se no final você voltar
É um absurdo! (que absurdo)
É um absurdo!
Nenhuma divindade tinha esse direito sujo
De me jogar de volta pra você
E nem me perguntar se eu vou querer
Ó meu bem, eu já não amo mais você
Nem nessa vida nem na outra
Me jogar de volta pra você
E nem me perguntar se eu vou querer
Ó meu bem eu já não amo mais você
Nem nessa vida nem na outra
Encosto
No sé en qué cuerpo reencarné
Para que vuelvas a mí
¡Es un absurdo! (qué absurdo)
¡Es un absurdo!
Ninguna divinidad tenía ese derecho sucio
De lanzarme de vuelta a ti
Y ni siquiera preguntarme si quiero
Oh cariño, ya no te amo más
Ni en esta vida ni en la otra
No me preocuparé por hacer buenas acciones
Si al final vuelves
¡Es un absurdo! (qué absurdo)
¡Es un absurdo!
Ninguna divinidad tenía ese derecho sucio
De lanzarme de vuelta a ti
Y ni siquiera preguntarme si quiero
Oh cariño, ya no te amo más
Ni en esta vida ni en la otra
Lanzarme de vuelta a ti
Y ni siquiera preguntarme si quiero
Oh cariño, ya no te amo más
Ni en esta vida ni en la otra
Escrita por: Victor Souza