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En las aguas de Amaralina

Martinho da Vila

Nas Águas de Amaralina

Fui pras águas do mar de Amaralina
Com mágoas demais em cima
Aos meus sonhos juntei perfumes, flores
Desejos, temores
Prometi novamente voltar pras águas
Se a força do mar me vingasse as mágoas
Esperei
Me curvei
E na terceira onda entreguei pra Janaína,
Meu amor
Vaidosa e brejeira mãe menina
Ina,
Meu amor
Vaidosa e brejeira mãe menina
Janaína, eh! eh! Janaína
Devolveu perfume e flor
Que sina
Mas um velho me falou
Que Jana jamais bancou
Vinganças no desamor
E então
Voltei ao mesmo lugar
Com o peito aberto sem dor
Aí meu coração sarou

En las aguas de Amaralina

Fui a las aguas del mar de Amaralina
Con demasiada tristeza en la parte superior
A mis sueños añadí perfumes, flores
Deseos, miedos
Prometí volver a las aguas
Si la fuerza del mar vengara mis penas
Esperé
Me incliné
Y en la tercera ola se lo di a Janaina
Mi amor
Vano y ventoso madre chica
Ine
Mi amor
Vano y ventoso madre chica
Janaina, eh! ¡Oye! ¡Oye! Janaina
Perfume y flor devueltos
¡Qué fortuna!
Pero un anciano me dijo
Que Jana nunca jugó
Venganza en desamor
Y luego
Volví al mismo lugar
Con el pecho abierto sin dolor
Entonces mi corazón sanó

Escrita por: Martinho da Vila / Nelson Rufino