Mitos
Algo precisa cair por Terra
Antes de cair do Céu
Olha pra vida, como ela é bela!
Mas ninguém parece perceber
Rodear-se de falsos profetas
Que anunciam o caminho do Céu
Não existe uma cura concreta
Para o que o homem não está disposto a ver
Renegando os sentimentos do poeta
Olho pra estrelas e espero o fim
O fim do que é distópico
E de deuses vestidos de cetim
Não é fácil entender o óbvio
E nem é tão óbvio assim
Acordar e abrir os olhos
E enxergar tudo que assombra a mim
A loucura não está no ópio
E não é tão mentirosa assim
Linhas de frente, linhas de ódio
Uma guerreira faminta saindo de mim
E se o que eu sei não for verdade
Foi um mito que segui imprecisa?
Esperarei pra retirar as vendas
O segundo Sol que falava a poetisa
Mitos
Algo debe caer por Tierra
Antes de caer del Cielo
Mira la vida, ¡qué bella es!
Pero nadie parece darse cuenta
Rodearse de falsos profetas
Que anuncian el camino del Cielo
No hay una cura concreta
Para lo que el hombre no está dispuesto a ver
Negando los sentimientos del poeta
Miro las estrellas y espero el fin
El fin de lo distópico
Y de dioses vestidos de satén
No es fácil entender lo obvio
Y no es tan obvio así
Despertar y abrir los ojos
Y ver todo lo que me atormenta
La locura no está en el opio
Y no es tan mentirosa así
Líneas de frente, líneas de odio
Una guerrera hambrienta saliendo de mí
Y si lo que sé no es verdad
¿Fue un mito que seguí imprecisa?
Esperaré para quitarme las vendas
El segundo Sol que hablaba la poetisa