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No Soy Llevado, Llevo (São São Paulo)

Maru

Non Ducor Duco (São São Paulo)

Non Ducor Duco

Vivo cedendo de tempos em tempos
Desde desejos a infecções
Sempre colecionando vertigens
Vivo questionando os sentidos
Roubaram meus sonhos e meus fluidos
Como a um bebe mal amado

Eu quis a paz de não conduzir
Eu cochilei no banco de traz

Meu suor escorre no centro
Meu sono transborda inundando o caminho
Meu amor desagua em Santo Amaro
Agora e na hora dos nossos temores
Brincamos num parque de distorções
Deixe meu corpo ruir São São Paulo
Deixe meu corpo ruir São São Paulo
Deixe meu corpo ruir São São Paulo

Eu quis a paz de não conduzir
Eu cochilei no banco de traz

No Soy Llevado, Llevo (São São Paulo)

No Soy Llevado, Llevo

Vivo cediendo de vez en cuando
Desde deseos a infecciones
Siempre coleccionando vértigos
Vivo cuestionando los sentidos
Me robaron mis sueños y mis fluidos
Como a un bebé mal amado

Quise la paz de no liderar
Me quedé dormido en el asiento trasero

Mi sudor corre por el centro
Mi sueño desborda inundando el camino
Mi amor desemboca en Santo Amaro
Ahora y en el momento de nuestros temores
Jugamos en un parque de distorsiones
Deja que mi cuerpo se derrumbe São São Paulo
Deja que mi cuerpo se derrumbe São São Paulo
Deja que mi cuerpo se derrumbe São São Paulo

Quise la paz de no liderar
Me quedé dormido en el asiento trasero

Escrita por: Layon André Reis