395px

Papum

MarxZ

Papum

Eu chego com dois pés no peito
Fazendo tudo aquilo que as igrejas não tem feito
Ditos crentes diferentes se acham perfeitos
Amor ao próximo somente aos de bolsos cheios

Minha lírica não é pra passar a mão em vigarista
Minha lírica é pra derrubar os golpista
Nas linha coloco aquilo que me alucina
Alucinações, em perfeita harmonia

Harmonizando, o pensar e o efeito
Fazer por onde, desde o começo
Mantendo sempre a base, e o respeito
De pés descalços, em qualquer lugar eu entro

Correndo pelo certo
Vivendo por inteiro
Morrendo como homem
Vivendo como eleito

É pá pum no fim não resta um
O povo instruído não acredita em qualquer um

Não quero ser mais um visionário
Mas se continuar assim seremos tirados de otários
Isso é fato
Safado é mato
Feito pulga se multiplicam e deixa rastros
Causa a discórdia
Esses pela no poder só diz lorota

Abaixo a tudo e todos
É tanta merda, que mais um pouco explodo
Já tô por aqui, é tanta gente cheia, de mimimi
Não aguenta bebê leite
Sai correndo daqui, (se tu não faz parte do elo da corrente) seu incoerente

Mané não atrevessa, se não, a quebrada se estressa
Respeito é a base
Se tu chega no sapatinho, e não causa alarde
Tu vai pra frente sem cair na maldade

Desse mundo caído cheio de nego perdido
Buscando um caminho
Uma direção
Buscam nas nota o que só é preenchido no coração

Idas e vindas recomeços recaídas
Mas sem perder a esperança
Vivo por Aquele que me deu a esperança

Vivo a cada momento
Lido com cada rebento
Intuitivo, imperfeito
Quebrada falam daquilo que tenho feito

A cada passo a cada recomeço me refaço
Me releio
As nota falta, mas a mente sã não me causa rodeio

Conhecimento é base, leia estude não seja um covarde
Não se conforme com esse mundo

Mas mude, reconheça, transforme sua mente cresça

Abra os olhos e veja, tire dos olhos a venda
Um dia eu vi, abri os olhos vivi
Desse mundo desci
E nunca mais vou voltar

Correndo pelo certo
Vivendo por inteiro
Morrendo como homem
Vivendo como eleito

Refrão
É pá pum no fim não resta um
O povo instruído não acredita em qualquer um

Papum

Llego con dos pies en el pecho
Haciendo todo lo que las iglesias no han hecho
Los creyentes diferentes se creen perfectos
Amor al prójimo solo para los de bolsillos llenos

Mi lírica no es para acariciar a los estafadores
Mi lírica es para derribar a los estafadores
En las líneas pongo lo que me alucina
Alucinaciones, en perfecta armonía

Armonizando, el pensar y el efecto
Haciendo lo necesario, desde el principio
Manteniendo siempre la base y el respeto
Descalzo, en cualquier lugar entro

Corriendo por lo correcto
Viviendo por completo
Muriendo como hombre
Viviendo como elegido

Es pá pum, al final no queda ninguno
El pueblo instruido no cree en cualquiera

No quiero ser solo otro visionario
Pero si seguimos así, seremos tomados por tontos
Eso es un hecho
Los sinvergüenzas son muchos
Se multiplican como pulgas y dejan rastros
Causan discordia
Esos en el poder solo hablan tonterías

Abajo todo y todos
Hay tanta mierda que explotaré en cualquier momento
Estoy harto, hay tanta gente llena de quejas
No aguantan ni un poco de leche
Huyen de aquí, (si no eres parte del eslabón de la cadena) incoherente

No te atravieses, si no, la zona se estresa
El respeto es la base
Si llegas sin hacer ruido y no causas alarma
Avanzarás sin caer en la maldad

De este mundo caído lleno de gente perdida
Buscando un camino
Una dirección
Buscan en el dinero lo que solo se llena en el corazón

Idas y venidas, nuevos comienzos, recaídas
Pero sin perder la esperanza
Vivo por Aquel que me dio la esperanza

Vivo en cada momento
Lidiando con cada desafío
Intuitivo, imperfecto
La zona habla de lo que he hecho

En cada paso, en cada nuevo comienzo me rehago
Me releo
Faltan las notas, pero la mente sana no me hace dudar

El conocimiento es la base, lee, estudia, no seas cobarde
No te conformes con este mundo

Sino cambia, reconoce, transforma tu mente, crece

Abre los ojos y mira, quita la venda de tus ojos
Un día vi, abrí los ojos, viví
De este mundo descendí
Y nunca más volveré

Corriendo por lo correcto
Viviendo por completo
Muriendo como hombre
Viviendo como elegido

Coro
Es pá pum, al final no queda ninguno
El pueblo instruido no cree en cualquiera

Escrita por: MarxZ