O Para para
Parei de conjugar meus dias que estariam
Nas formas sementes com seu coração de plástico
Parei de avinhar apenas adiante do meu significado
Tentei andar na praia e saber que foi praia
Com cabeça desfigurada em forma de artesanato
Diluído ao seu desenho congelado
Borboleta de plástico ainda estava silêncio nais
Consegui visitar o mar e rever aquelas imagens na areia do para para
Parei de não parar de acreditar de novo do que
Parar de ser parte do meu novo!
O Para para
Dejé de conjugar mis días que estarían
En formas semillas con tu corazón de plástico
Dejé de adivinar solo adelante de mi significado
Intenté caminar en la playa y saber que era playa
Con la cabeza desfigurada en forma de artesanía
Diluido en tu dibujo congelado
La mariposa de plástico aún estaba en silencio
Logré visitar el mar y revivir esas imágenes en la arena del para para
Dejé de no dejar de creer de nuevo en lo que
Dejar de ser parte de mi nuevo yo!
Escrita por: 12 / 2019 / Artista : Mateus Costa arvellos 23