Comanches, Iluminados Por Jaci, Celebra a Erva Mate Na Porto Alegre de Todas As Tribos
Libera a pista que o morro desceu
Comanches vem participar da festa
Sou eu, o lendário das tribos
Remanescente índio asteca
Batuka meu tambor nesta mensagem
Tem comancheiro no afã do ritual
Okê arô (arô) okê okê
Conforta o cacique itaúna
Sua filha na aldeia então ficou feliz
Okê arô (arô) okê okê
Conforta o cacique itaúna
Sua filha na aldeia então ficou
Cultuando as tradições
Na taba de urupá
O presente guarani se faz fluente
Minuciosa erva cultivada
No caliente amargo chimarrão
Ao poder iluminado de jaci
A deusa dos ervais
Na valorosa porto alegre hospitaleira
Concentrção sublime
No fulgor da sua história
Heroica capital das miscigenações
Eu te venero oh majestade
Com amor e gratidão
Superação de fé
Na falange de tupã
Comanches, Iluminados Por Jaci, Celebra el Mate en Porto Alegre de Todas las Tribus
Libera la pista que la colina bajó
Comanches vienen a participar en la fiesta
Soy yo, el legendario de las tribus
Remanente indio azteca
Golpea mi tambor en este mensaje
Hay un comanchero ansioso por el ritual
Okê arô (arô) okê okê
Consuela al cacique Itaúna
Su hija en la aldea entonces se alegró
Okê arô (arô) okê okê
Consuela al cacique Itaúna
Su hija en la aldea entonces se quedó feliz
Cultivando las tradiciones
En la aldea de urupá
El presente guaraní se vuelve fluido
Minuciosa hierba cultivada
En el amargo y caliente mate
Al poder iluminado de Jaci
La diosa de los yerbales
En la valiente y hospitalaria Porto Alegre
Concentración sublime
En el esplendor de su historia
Heroica capital de las mezclas
Te venero, oh majestuosidad
Con amor y gratitud
Superación de fe
En la falange de Tupã
Escrita por: Índio do Umbu