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Forma

Baia

Fôrma

“Então continuamos discutindo o que não iria levar a lugar nenhum.
E, batendo palmas em minha frente, as bichinhas riam de alegria.
‘Como pode um peixe vivo ser fritado numa frigideira ?’
Manhavishnu me dizia deve Ter”

Não devemos ter medo da morte, ela não é o fim

Eu acho que eu sou claro, mas eu sou escuro e o meu sangue é ruim

Ele não aceita doadores

O canto sólido me faz sentir bem na solidão

Se eu quero, logo insisto

Se eu penso, logo eu desisto

Não consigo amar, tenho medo de não ser

A mulher que eu amo não me ama se amasse eu não amaria

Pois sou exatamente o que eu aprendi a ser

E às vezes até faço o que eu não queria fazer break

Mas amo as maravilhas da minha vida do começo até o fim

Ou você é o que querem que você seja, ou você é o que você quer ser

O louco é aquele que faz o que quer fazer

Então, por que ser normal

E a todos e a tudo nessa vida ter que se submeter?

Forma

Entonces seguimos discutiendo lo que no llevaría a ningún lado.
Y, aplaudiendo frente a mí, las mariconas reían de alegría.
'¿Cómo puede un pez vivo ser frito en una sartén?'
Manhavishnu me decía que debía tener

No debemos temer a la muerte, no es el fin.

Creo que soy claro, pero soy oscuro y mi sangre es mala.
Él no acepta donantes.
El canto sólido me hace sentir bien en la soledad.
Si quiero, insisto de inmediato.
Si pienso, desisto enseguida.
No puedo amar, tengo miedo de no ser
La mujer que amo no me ama, si me amara, no amaría.
Porque soy exactamente lo que aprendí a ser.
Y a veces incluso hago lo que no quería hacer.
Pero amo las maravillas de mi vida desde el principio hasta el final.
O eres lo que quieren que seas, o eres lo que quieres ser.
El loco es aquel que hace lo que quiere hacer.
Entonces, ¿por qué ser normal?
¿Y tener que someterse a todos y a todo en esta vida?

Escrita por: Mauricio Baia