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Aventura

Mauro Duarte

Aventura

Nem sempre eu fiz o que bem quis
Também nunca levei em conta
Do tanto que eu fui infeliz
O pouco que eu sou feliz desconta

Ninguém é mais do que aprendiz
De tudo quanto a vida apronta
E eu não acredito em quem diz
Que encara essa vida e não se amedronta

É como combater o amor
Não conheço quem seja capaz
E no que diz respeito a dor
Força por força essa força arrasta mais

Vive sem defesa criatura
À merce da loucura
E a procura de paz
Porém eu não reclamo essa aventura
Sinceramente me satisfaz
Sinceramente me satisfaz

Aventura

No siempre hice lo que quise
Tampoco nunca tuve en cuenta
Cuánto fui infeliz
Lo poco que soy feliz se descuenta

Nadie es más que aprendiz
De todo lo que la vida prepara
Y no creo en quien dice
Que enfrenta esta vida sin amedrentarse

Es como luchar contra el amor
No conozco a quien sea capaz
Y en lo que respecta al dolor
Fuerza por fuerza esa fuerza arrastra más

Vive sin defensa, criatura
A merced de la locura
Y en busca de paz
Pero no me quejo de esta aventura
Sinceramente me satisface
Sinceramente me satisface

Escrita por: Mauro Duarte / Paulo César Pinheiro