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Vivo Estás (part. Joãozinho EA)

Mayara Gonçalves

Vivo Estás (part. Joãozinho EA)

Mesmo eu sendo tão lento, Tu não desistes de mim
Mesmo não te reconhecendo, caminhas comigo até o fim

Mesmo no deserto da solidão
Mesmo esquecendo minha vocação
Mesmo Te olhando e nada vendo
Meu coração sempre a Ti quer voltar

Tua palavra me arde o peite até quando nada está direito
Mesmo sem nada entender, insisto em Te olhar
Mesmo sem nada entender, insisto em Te olhar

Abre os meus olhos, abre os meus olhos
Rasga o véu que está diante de mim
Abre os meus olhos, abre os meus olhos
Para que eu possa enxergar-Te

Pra que eu possa Te reconhecer
E acreditar que vivo estás, sim vivo estás

Mesmo no deserto da solidão
Mesmo esquecendo minha vocação
Mesmo Te olhando e nada vendo
Meu coração sempre a Ti quer voltar

Tua palavra me arde o peite até quando nada está direito
Mesmo sem nada entender, insisto em Te olhar
Mesmo sem nada entender, insisto em Te olhar

Abre os meus olhos, abre os meus olhos
Rasga o véu que está diante de mim
Abre os meus olhos, abre os meus olhos
Para que eu possa enxergar-Te

Abre os meus olhos, abre os meus olhos
Rasga o véu que está diante de mim
Abre os meus olhos, abre os meus olhos
Para que eu possa enxergar-Te

Pra que eu possa Te reconhecer
E acreditar que vivo estás, sim vivo estás

Fica comigo, é tarde, a noite me envolve
É contigo que eu quero enfrentar
Fica comigo, é tarde, a noite me envolve
É contigo que eu quero enfrentar
E enxergar

Abre os meus olhos, abre os meus olhos
Rasga o véu que está diante de mim

Abre os meus olhos, abre os meus olhos
Para que eu possa enxergar-Te

Abre os meus olhos, abre os meus olhos
Rasga o véu que está diante de mim
Abre os meus olhos, abre os meus olhos
Para que eu possa enxergar-Te

Pra que eu possa Te reconhecer
E acreditar que vivo estás, sim vivo estás
E acreditar que vivo estás, sim vivo estás

Vivo Estás (part. Joãozinho EA)

Aunque sea tan lento, no te rindes de mí
Aunque no te reconozca, caminas conmigo hasta el final

Aunque esté en el desierto de la soledad
Aunque olvide mi vocación
Aunque te mire y no vea nada
Mi corazón siempre quiere volver a Ti

Tu palabra me quema el pecho incluso cuando nada está bien
Aunque no entienda nada, insisto en mirarte
Aunque no entienda nada, insisto en mirarte

Abre mis ojos, abre mis ojos
Rasga el velo que está delante de mí
Abre mis ojos, abre mis ojos
Para que pueda verte

Para que pueda reconocerte
Y creer que vives, sí, vives

Aunque esté en el desierto de la soledad
Aunque olvide mi vocación
Aunque te mire y no vea nada
Mi corazón siempre quiere volver a Ti

Tu palabra me quema el pecho incluso cuando nada está bien
Aunque no entienda nada, insisto en mirarte
Aunque no entienda nada, insisto en mirarte

Abre mis ojos, abre mis ojos
Rasga el velo que está delante de mí
Abre mis ojos, abre mis ojos
Para que pueda verte

Abre mis ojos, abre mis ojos
Rasga el velo que está delante de mí
Abre mis ojos, abre mis ojos
Para que pueda verte

Para que pueda reconocerte
Y creer que vives, sí, vives

Quédate conmigo, es tarde, la noche me envuelve
Es contigo con quien quiero enfrentar
Quédate conmigo, es tarde, la noche me envuelve
Es contigo con quien quiero enfrentar
Y ver

Abre mis ojos, abre mis ojos
Rasga el velo que está delante de mí

Abre mis ojos, abre mis ojos
Para que pueda verte

Abre mis ojos, abre mis ojos
Rasga el velo que está delante de mí
Abre mis ojos, abre mis ojos
Para que pueda verte

Para que pueda reconocerte
Y creer que vives, sí, vives
Y creer que vives, sí, vives

Escrita por: Joãozinho EA / Mayara Gonçalves