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Me Sinto Diferente

MAYO (214Madrid)

Me Noto Distinto

Me notó distinto, me notó distante
Me mueve el instinto
Te debo un instante
No soy nada de lo de antes
No soy nadie pa' que me salves
Si la vida no me da margen
Pa' que coño voy a escucharle

No quiero plan B
No quiero abrazos
Llegáis muy tarde
Soy la mano del malo
Tu primera calada
Pirata entre las hadas
Carbón en los regalos
Negra no quiero nada
Solo suenan disparos
Me chilla hasta la almohada
Acelero y me pego al recarmen

Me notó distinto, me notó distante
Ya no soy él mismo
Me cuesta expresarme
Solo se cantar para llegar a calmarme
Vivo pegao al desastre
Entre tu piel tarantino y la carne
En la mía las marcas del hambre
En la cumbre da igual lo que siembres
Todos te piden su parte
En la cumbre da igual lo que siembres
Todos te piden su parte

Me noto distinto, me notó distante
Todos te piden su parte
Me notó distante, me notó distante
Me mueve el instinto
Te debo un instante
No soy nada de lo de antes
No soy nada la' que me salves
Si la vida no me da margen
Pa' que coño voy a escucharle
No quiero plan B
No quiero abrazos
Llegáis muy tarde
Te lo prometere cuando sepa quererme
Hasta entonces no creo que pueda hablarte
Ahora los lunes son un viernes
Y yo finjo sonreír en esta carcel
Alteraron mi forma de plantearme
Si la vida es la que me ha invitado al baile
O soy yo por no buscarme
El que no ha salido y se ha perdido en el margen

Eh eh
No me quieras como antes
Eh eh
Si fuese yo no podría esperarme
Eh eh
No me quieras como antes
Si fuese yo

Me notó distinto, me notó distante
Me mueve el instinto
Te debo un instante
No soy nada de lo de antes
No soy nada pa' que me salves
Si la vida no me da margen
Pa' que coño voy a escucharle
Eh
No quiero plan B
No quiero abrazos llegáis muy tarde

Me notó distinto, me notó distante
Me mueve el instinto
Te debo un instante
No soy nada de lo de antes
No soy nadie pa' que me salves
Si la vida no me da margen
Pa' que coño voy

Me Sinto Diferente

Me sinto diferente, me sinto distante
O instinto me move
Te devo um momento
Não sou mais o que era antes
Não sou ninguém para me salvar
Se a vida não me dá espaço
Por que diabos eu vou ouvi-la

Não quero plano B
Não quero abraços
Vocês chegam tarde demais
Sou a mão do mal
Seu primeiro trago
Pirata entre as fadas
Carvão nos presentes
Não quero nada de negatividade
Só ouço tiros
Ecoam até no travesseiro
Acelero e me agarro ao volante

Me sinto diferente, me sinto distante
Já não sou o mesmo
É difícil me expressar
Só sei cantar para me acalmar
Vivo grudado no desastre
Entre sua pele tarantinesca e a carne
Na minha as marcas da fome
No topo não importa o que você semeie
Todos querem sua parte
No topo não importa o que você semeie
Todos querem sua parte

Me sinto diferente, me sinto distante
Todos querem sua parte
Me sinto distante, me sinto distante
O instinto me move
Te devo um momento
Não sou mais o que era antes
Não sou ninguém para me salvar
Se a vida não me dá espaço
Por que diabos eu vou ouvi-la
Não quero plano B
Não quero abraços
Vocês chegam tarde demais
Prometerei a você quando souber me amar
Até lá, não acho que consiga falar contigo
Agora as segundas são sextas-feiras
E finjo sorrir nesta prisão
Alteraram minha forma de encarar as coisas
Se a vida me convidou para a dança
Ou se sou eu por não me procurar
Aquele que não saiu e se perdeu na margem

Ei ei
Não me queira como antes
Ei ei
Se fosse eu, não poderia me esperar
Ei ei
Não me queira como antes
Se fosse eu

Me sinto diferente, me sinto distante
O instinto me move
Te devo um momento
Não sou mais o que era antes
Não sou ninguém para me salvar
Se a vida não me dá espaço
Por que diabos eu vou ouvi-la
Ei
Não quero plano B
Não quero abraços, vocês chegam tarde demais

Me sinto diferente, me sinto distante
O instinto me move
Te devo um momento
Não sou mais o que era antes
Não sou ninguém para me salvar
Se a vida não me dá espaço
Por que diabos eu vou

Escrita por: Mayo 214, Fulston, La Cantera