Sonhos
E se do nada eu convidar pra dançar
E se mesmo sem conhecer, conversar
E se seu lábio até fingir me chamar
Então não vou mais querer acordar
Vi seu vulto assim a meio tom, à meia luz
E desvaneceu... a sua tez perdeu a cor
Posso simplesmente controlar pela matiz
o brilho, as sensações, amor ou dor
Sobem as cortinas, o cenário se formou
Roubam nossas deixas, telefonem pro autor
Público, atrizes, bailarinas à mercê
As luzes anunciam o amanhecer
E se do nada eu convidar pra dançar
E se mesmo sem conhecer, conversar
E se seu lábio até fingir me chamar
Então não vou mais querer acordar
Sonhos
sempre eles que nos fazem relembrar
como é bom imaginar
Sueños
Y si de repente te invito a bailar
Y si incluso sin conocernos, conversamos
Y si tus labios fingen llamarme
Entonces ya no querré despertar
Vi tu silueta a medias, a media luz
Y desapareció... tu piel perdió color
Puedo controlar simplemente por el matiz
El brillo, las sensaciones, amor o dolor
Se abren las cortinas, el escenario se forma
Roban nuestras líneas, llaman al autor
Público, actrices, bailarinas a merced
Las luces anuncian el amanecer
Y si de repente te invito a bailar
Y si incluso sin conocernos, conversamos
Y si tus labios fingen llamarme
Entonces ya no querré despertar
Sueños
siempre son ellos los que nos hacen recordar
qué bueno es imaginar
Escrita por: Elvio Filho / Mayra Itaborahy