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Flaco

Médicos de Cuba

Magrelo

Eu não posso dormir
Que ele vem
Querendo roubar
Possuir
Tirar minha propriedade do meu corpo
E assumir

Ele invade meus sonhos
E me ameaça
Pouco a pouco
Perco o controle
Um dia vai ser ele a acordar
E eu a ficar preso no pesadelo

Ele tem os ossos salientes
E os dentes pra fora da boca
Uniforme de exército e patentes
E dedos com cachimbos na ponta

(Magrelo, magrelo
Quer me possuir mas eu não quero
Não quero
Deixar de existir
Ele mata as pessoas em seus sonhos
E elas morrem por aqui)

(Magrelo, magrelo
Quer me possuir mas eu não quero
Não quero
Deixar de existir
Ele mata as pessoas em seus sonhos
E elas morrem por aqui)

Eu não posso fugir
Ele alcança
Dentro de mim
Como uma criança
Que ainda não nasceu mas vai nascer
Hostil

Ele tem os ossos salientes
E os dentes pra fora da boca
Uniforme de exército e patentes
E dedos com cachimbos na ponta

(Magrelo, magrelo
Quer me possuir mas eu não quero
Não quero
Deixar de existir
Ele mata as pessoas em seus sonhos
E elas morrem por aqui)

(Magrelo, magrelo
Quer me possuir mas eu não quero
Não quero
Deixar de existir
Ele mata as pessoas em seus sonhos
E elas morrem por aqui)

Flaco

No puedo dormir
Porque él viene
Queriendo robar
Poseer
Quitar mi propiedad de mi cuerpo
Y tomar el control

Él invade mis sueños
Y me amenaza
Poco a poco
Pierdo el control
Un día será él quien despierte
Y yo quede atrapado en la pesadilla

Tiene los huesos prominentes
Y los dientes sobresaliendo de la boca
Uniforme militar y patentes
Y dedos con pipas en las puntas

(Flaco, flaco
Quiere poseerme pero yo no quiero
No quiero
Dejar de existir
Él mata a las personas en sus sueños
Y mueren aquí)

(Flaco, flaco
Quiere poseerme pero yo no quiero
No quiero
Dejar de existir
Él mata a las personas en sus sueños
Y mueren aquí)

No puedo escapar
Él me alcanza
Dentro de mí
Como un niño
Que aún no ha nacido pero nacerá
Hostil

Tiene los huesos prominentes
Y los dientes sobresaliendo de la boca
Uniforme militar y patentes
Y dedos con pipas en las puntas

(Flaco, flaco
Quiere poseerme pero yo no quiero
No quiero
Dejar de existir
Él mata a las personas en sus sueños
Y mueren aquí)

(Flaco, flaco
Quiere poseerme pero yo no quiero
No quiero
Dejar de existir
Él mata a las personas en sus sueños
Y mueren aquí)

Escrita por: Wagner Prochno